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Ainda conforme informações do MP, essas pessoas eram cercadas de uma atmosfera de confiança e apreço, levadas a acreditar que a conduta do investigado partia de necessidade espirituais. Após a concretização dos crimes, ele submetia as mulheres a “situações de humilhação e subserviência, permeado por forte violência espiritual, psicológico, sexual e até financeira”.
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Por G1
