Por que Padre Zezinho está (de novo) na mira de católicos tradicionalistas: ‘Sou agredido todos os dias, falam que sou um câncer para a Igreja’

Portal Inhaí
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Um ano depois, Padre Zezinho celebrou sua primeira missa em Taubaté — ele estava de volta ao Brasil. Vinha no espírito do Concílio que havia terminado há pouco tempo. Animado, jovem, passou a usar o violão em celebrações. Não era o sisudo padre José, mas o simpático Padre Zezinho, que dispensava a batina no convívio social e era próximo, sobretudo, da juventude.



G1

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