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Para a ONG, especializa na Lei Magnitsky, a preocupação americana com o processo de Bolsonaro seria mais crível “se fosse evidente em outros contextos, ou acompanha de ações para lidar com abusos muito mais graves contra repórteres do que ose alegados.” Destacou, por exemplo, a crescente crise de jornalista que são morto por seu trabalho, tanto na América Latina quanto pelo Oriente Médio.
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G1
