Time de Senegal é revistado ainda na pista ao chegar nos EUA; jornalista relata abordagem
As tensões por conta da dura política imigratória do governo de Donald Trump durante a Copa do Mundo já começaram. Na segunda-feira (8), ao chegar nos Estados Unidos, a seleção do Senegal foi submetida a uma rigorosa revista antes mesmo de chegar à imigração.
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A triagem foi feita ainda na pista de pouso, no aeroporto internacional de Houston, no Texas. Os jogadores e membros da delegação foram revistados, um a um, com detectores de metal e inspeção de bagagem (veja no vídeo acima).
Só após a vistoria, a seleção senegalesa foi autorizada a entrar no terminal do aeroporto e seguir viagem até seu centro de treinamento.
O governo norte-americano não havia se pronunciado, até a última atualização desta reportagem, sobre os motivos da revista.
Mas o caso não foi o único até agora. Também na segunda-feira, o árbitro da Somália Omar Artan, escalado para trabalhar na Copa do Mundo de futebol, teve sua entrada nos Estados Unidos negada pelo governo Trump, após horas de interrogatório ao chegar em território norte-americano.
Artan, que seria o primeiro somaliano a apitar uma partida de Copa do Mundo, tinha visto válido, segundo a Federação da Somália.
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