Do ponto de vista de desenho do benefício, há três modelos que costumam funcionar bem nas empresas. No primeiro, a empresa assume 100% da mensalidade, posicionando o plano odontológico como benefício integral. No segundo, há coparticipação ou contributariedade, com custo dividido entre empresa e colaborador. No terceiro, o colaborador assume a mensalidade, mas passa a ter acesso a uma condição corporativa negociada, com adesão facilitada e valor mais competitivo do que teria sozinho. A escolha ideal depende do orçamento, da estratégia de atração e retenção e do perfil da equipe.
