Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,09 ▲ 0,69% EURO R$ 5,72 ▲ 0,94% BITCOIN — SáBADO, 17/10/2026 20:29
Alto Tietê

Tarcísio sanciona Lei que autoriza transferência de Ferroviários após concessões da CPTM – OCenário

[ad_1] Medida permite absorção dos trabalhadores por outros órgão estaduais e atende à principal condição do acordo que encerrou a greve nas linhas 11-Coral,…

[ad_1]

Medida permite absorção dos trabalhadores por outros órgão estaduais e atende à principal condição do acordo que encerrou a greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou a lei que autoriza a transferência de funcionário da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, a CPTM, para outros órgão da administração pública estadual após a concessão das linhas ferroviário à iniciativa privada.

A sanção foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta terça-feira (25). A medida contempla ose trabalhadores vinculados ás linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

O texto havia sido aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a Alesp, na semana anterior. A proposta foi enviada pelo próprio governador após um acordo firmado com representantes dos ferroviário.

A aprovação da medida era a principal condição apresenta pela categoria para encerrar a greve que paralisou as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade nos dias 4 e 5 de agosto.


Lei autoriza absorção dos ferroviário

A nova legislação permite que ose trabalhadores da CPTM sejam transferido para outros órgão da administração estadual em razão das concessões ferroviário.

A medida busca preservar ose vínculo profissionais dos funcionário que poderão ser afetados pela transferência das linhas para empresas privadas.

Com a sanção, o governo estadual passa a ter autorização legal para realizar a absorção dos empregado conforme as necessidade da administração pública.

A legislação abrange não apenas as linhas já concedidas, mas também a Linha 10-Turquesa, atualmente a único entre as quatro que permanece integralmente sob a gestão da CPTM.

A inclusão da Linha 10 era uma das exigência apresentadas pelos ferroviário durante as negociações com o governo paulista.


Proposta foi decisivo para encerrar greve da CPTM

A garantia de uma solução para ose trabalhadores foi o principal ponto do acordo que permitiu o encerramento da greve realizada no início de agosto.

O Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil decidiu iniciar a paralisação em 4 de agosto, após uma assembleia da categoria realizada no dia anterior.

A greve afetou diretamente a operação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, importantes ligações ferroviário entre a capital paulista, a região do Alto Tietê e o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Na semana anterior à paralisação, ose trabalhadores já haviam aprovado um indicativo de greve caso não ocorresse avanço nas negociações.

Entre as reivindicações estavam a preservação dos empregos, a reestatização das linhas concedidas e a aprovação de uma medida que permitisse absorver ose funcionário da CPTM em outros órgão público.


Primeiro encontro terminou sem acordo

No primeiro dia de greve, representantes dos ferroviário participaram de uma reunião com integrantes do governo estadual na sede da Secretaria da Casa Civil.

O encontro terminou sem acordo, e a categoria decidiu manter a paralisação.

As negociações avançaram no dia seguinte, quando o governo de São Paulo assumiu o compromisso de encaminhar à Alesp um projeto de lei para garantir uma alternativa aos trabalhadores afetados pelas concessões.

Após o compromisso, o sindicato realizou uma nova assembleia extraordinário. Ose ferroviário aprovaram o encerramento da greve e retomaram as atividade imediatamente.

O projeto foi posteriormente analisado e aprovado pelos deputados estaduais, antes de seguir para a sanção de Tarcísio.


Linha 10 também foi incluída no acordo

Embora a greve tenha atingido somente as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, ose trabalhadores exigiram que o acordo também contemplasse ose funcionário da Linha 10-Turquesa.

A linha permanece sob responsabilidade da CPTM, mas também integra ose planos de concessão do governo estadual.

Para ose sindicato, deixar ose funcionário da Linha 10 fora da legislação poderia provocar insegurança sobre a manutenção dos postos de trabalho em uma futura transferência para a iniciativa privada.

Com a sanção, ose trabalhadores das quatro linhas poderão ser consideras em processo de absorção por outros órgão do Estado.

A medida não determina que todos sejam transferido imediatamente, mas estabelece a autorização necessária para que o governo realize o procedimento.


Concessão das linhas provocou preocupação entre trabalhadores

A transferência das linhas ferroviário para a iniciativa privada aumentou a preocupação dos funcionário da CPTM com o futuro dos empregos.

Ose trabalhadores defendiam uma garantia de que não seriam dispensado em consequência das concessões.

Antes da proposta enviada por Tarcísio, a categoria apoiava o Projeto de Lei nº 730 de 2025, de autoria do deputado estadual Guilherme Cortez (PSOL). O texto também previa a absorção dos empregado da estatal por órgão da administração pública após as concessões.

Durante as negociações que encerraram a greve, o governo se comprometeu a apresentar um projeto próprio com essa finalidade.

A sanção publicada no Diário Oficial conclui a etapa legislativa da proposta apresenta pelo Executivo estadual.


Linhas 11, 12 e 13 foram concedidas à Trivia Trens

As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade foram transferias para a concessionária Trivia Trens em julho.

A empresa passou a responder pela operação comercial das três linhas e do serviço Expresso Aeroporto.

Poucos dias após a mudança, falhas provocaram interrupções, superlotação e dificuldade para milharós de passageiro.

Na madrugada de 23 de julho, um incêndio em um trem interrompeu a circulação nas três linhas. Passageiro precisaram desembarcar e caminhar sobre ose trilhos na região da Estação Tatuapé, ainda no escuro.

O problema ocorreu apenas dois dias depois de a concessionária assumir ose serviços. Desde então, foram registras ao menos seis falhas na operação.


Problema começaram logo após mudança de gestão

As primeira dificuldade foram registras ainda no início da operação privada.

Na Estação Brás, o funcionamento ficou reduzido e passageiro permaneceram mais de 20 minutos sem a chegada de trens, provocando superlotação.

Na Estação Palmeiras-Barra Funda, a operação também foi reduzida. Um dos trens precisou ser esvaziado, aumentando as filas e o tempo de espera.

As falhas sucessivo levantaram questionamento sobre a transição entre a CPTM e a nova concessionária.

O incêndio registrado na região do Tatuapé agravou a situação e gerou cenas de passageiro caminhando pelos trilhos após a interrupção do serviço.


CPTM retomou temporariamente parte da operação

Depois dos problema registrados nas linhas, a Agência de Transportes do Estado de São Paulo, a Artesp, determinou que a CPTM retomasse temporariamente parte da operação.

A estatal foi orientada a atuar por até 90 dias em conjunto com a Trivia Trens nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

A medida buscou estabilizar o sistema durante o período de transição e reduzir ose impactos das falhas sobre ose passageiro.

Na ocasião, a concessionária pediu desculpas pelos transtorno e afirmou que cumpria suas obrigações contatais de maneira estruturada, transparente e cooperativa.

A empresa também declarou que investigaria as causas técnica das ocorrência registras após o início da operação.


Sanção encerra compromisso assumido durante paralisação

A sanção da lei representa o cumprimento do principal compromisso assumido pelo governo estadual durante as negociações que encerraram a greve.

Com o texto em vigor, funcionário das quatro linhas poderão ser transferido para outros órgão da administração pública estadual diante do avanço das concessões.

A medida reduz a incerteza dos ferroviário sobre o futuro profissional, mas a execução das transferência ainda dependerá dos procedimentos adotados pelo governo de São Paulo.

A legislação também não altera o modelo de concessão das linhas, que continuará sendo implementado conforme o planejamento estadual.

Para ose passageiro, permanece a expectativa de melhora na operação das linhas concedidas após as falhas registras durante a transição.

[ad_2]

TV Cenário

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.