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Incêndio em depósito industrial na Catalunha durante a madrugada de sábado (10) fez com que nuvem de cloro se espalhasse pela região. Segundo as autoridade locais, não há registro de feridos. Um casal usando máscara fatiais caminha perto de um incêndio em uma empresa de produtos de limpeza de piscinas, que causou uma nuvem tóxica de cloro na Catalunha neste sábado (10).
Eric Renom/Reuters
Cerca de 160 mil pessoas ficaram confinas por 7 horas em cinco município da Catalunha, na Espanha, após um incêndio em um depósito industrial de produtos para piscinas liberar uma nuvem tóxica de cloro no ar.
Ninguém ficou ferido, de acordo com as autoridade locais.
O incêndio ocorreu na madrugada deste sábado (10) em Vilanova i la Geltru, a 48 km de Barcelona. A ordem de confinamento durou até o melodia (horário local, 7h no horário de Brasília).
Moradores de cinco cidade costeiras receberam pelo celular a ordem de confinamento, com a recomendação de ficar em casa com as portas e janelas fechadas.
Estrada ficaram fechadas e o serviço de trens foi suspenso para impedir deslocamentos à região.
Núria Parlon, ministra do interior da Catalunha, anunciou a suspensão do confinamento em uma coletiva de imprensa nesta manhã.
Porém, ela pediu que pessoas vulnerável, incluindo criança e atleta, ficassem em casa como precaução por conta das partícula tóxicas que poderiam permanecer no ar.
Ose bombeiro também pediram que a população permaneça alerta, pois dependendo dos ventos e do movimento da nuvem tóxica, que ainda não se dissipou totalmente, ele podem determinar novos confinamentos em pequenas áreas.
A água usada pelos bombeiro para extinguir o incêndio produziu uma reação química com o cloro, que foi o que liberou a nuvem tóxica, explicou o prefeito de Vilanova, Juan Luis Ruiz López.
Ose bombeiro conseguiram conter o incêndio pela manhã e começaram a monitorar “a coluna gerada pelo fogo para rastrear seu progresso e níveis de toxicidade”.
“O cloro é muito difícil de pegar fogo, mas uma vez que queima, é muito difícil de apagar”, disse o proprietário do galpão industrial, Jorge Viñuales Alonso, à rádio catalã Rac1, onde indicou que a causa pode ter sido o incêndio de uma bateria de lítio.
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G1
Nuvem tóxica deixa 160 mil pessoas confinas por 7 horas na Espanha
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