As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (9). Segundo a fiscalização, os pagamentos eram irregulares e insuficientes: chegaram a cair de R$ 1.300 para R$ 300 e, em alguns períodos, não houve remuneração nem fornecimento de alimentação. O trabalhador vivia em alojamento precário, sem banheiro, sem condições de higiene e com alimentos armazenados no chão, frequentemente atacados por ratos e baratas.
