A Première Brasil, grande vitrine do cinema nacional dentro do Festival do Rio, anunciou os 101 filmes brasileiros selecionados para sua 28ª edição. O evento acontece de 1º a 11 de outubro, ocupando diferentes espaços da cidade do Rio de Janeiro e reunindo produções de diversas regiões do país, entre longas e curtas-metragens.
Os filmes foram escolhidos entre quase 1.500 obras inscritas — 414 longas-metragens e 1.012 curtas-metragens — e apresentam um amplo panorama da produção audiovisual brasileira contemporânea. A seleção reúne diferentes gêneros, formatos, linguagens e modos de produção, aproximando cineastas consagrados de novos talentos e evidenciando a diversidade e a renovação do cinema nacional.
Entre os 101 filmes selecionados, 45 integram as competições pelo Troféu Redentor, principal premiação do Festival do Rio. A programação também inclui sessões especiais, documentários, produções experimentais, filmes voltados ao público jovem, além de obras em coprodução com outros países.
Première Brasil reúne diferentes gerações do cinema nacional
A programação da Première Brasil está distribuída entre as competições de Longas e Curtas-Metragens e Novos Rumos, além das mostras Hors Concours, Hors Concours Especial, Retratos, Midnight Movies e O Estado das Coisas.
Uma das novidades da 28ª edição é a mostra Nova Geração, dedicada à produção brasileira voltada ao público jovem e a toda a família. Com seis filmes, a seleção aborda transformações, desejos e conflitos das novas gerações, reunindo narrativas contemporâneas que dialogam com diferentes experiências e formas de expressão.
A mostra também evidencia o movimento do cinema brasileiro em busca de novos públicos e de maneiras renovadas de contar histórias para crianças, adolescentes e famílias.
Entre os destaques da competição de longas de ficção estão “Diário do Fogo”, de Maju de Paiva e Bernardo Florim, que terá sua première mundial; “Funk”, de Aly Muritiba, com première na América Latina; “Maria de Maria”, de Luiza Shelling Tubaldini; “Oceânico”, de Guilherme Coelho; e “Vicentina Pede Desculpas”, de Gabriel Martins.
Na competição de documentários, a seleção traz produções como “Alucinação”, de Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano; “Cão Sem Plumas”, de Camila Valença; “Dragões”, de Miguel Antunes Ramos; “Elza”, de Eryk Rocha; “A Extraordinária Vida de Vera Valdez”, de Fabio Meira; e “O Sertão das Nossas Memórias”, de Lucia Murat.
Novos Rumos destaca novos talentos do cinema brasileiro
A competição Novos Rumos é dedicada a realizadores e propostas que apontam para novos caminhos dentro do audiovisual brasileiro. Entre os longas selecionados estão “144 – Apocalipse Não”, de João Paulo Cuenca; “O Deserto de Luiza”, de Alan Minas; “Isabel”, de Gabe Klinger; “Jardim dos Silêncios”, de Henrique Dantas; “Malick”, de Cassio Tolpolar e Modou Awa Dieye; e “Talismã”, de Thais Fujinaga.
A categoria de curtas de Novos Rumos reúne trabalhos como “Os Beatos”, de Valentin Lebeau; “Consolo”, de Johnny Massaro; “Um Domingo”, de Maíra Bühler e Rô Albuquerque; “Floresta do Fim do Mundo”, de Felipe M. Bragança e Denilson Baniwa; e “Ondas de Silêncio”, de Caio J. Bonfim.
Documentários percorrem memória, cultura e sociedade brasileira
A mostra Retratos concentra documentários dedicados a trajetórias marcantes — e, em alguns casos, pouco conhecidas — da cultura e da sociedade brasileiras.
Entre os títulos estão “Aldir Blanc – Resposta ao Tempo”, de Marcus Fernando e Hugo Sukman; “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, de Elizabete Martins Campos; “Amor e Fé: Chica Xavier”, de Clementino Junior; “Cansei de Ser Galã”, de Bento Marzo e Eduardo Ades; “Cony, Retrato Íntimo”, de Marcos Ribeiro; “Flora & Airto: O Som Revolucionário”, de Jom Tob Azulay; e “Mr. Wonderful”, de Susanna Lira.
A programação ainda inclui filmes dedicados a nomes importantes das artes, como “Mario Carneiro – Gravura Feita de Luz”, de Beth Formaggini, e “Squel – Confissões de uma porta-bandeira”, de Celina Torrealba e Zeca Brito.
Midnight Movies aposta em cinema mais ousado
Para quem busca produções que exploram linguagens e gêneros menos convencionais, a mostra Midnight Movies reúne filmes mais provocadores e inventivos.
Entre os selecionados estão “Chuva Ácida: Histórias do Crepúsculo de Cubatão”, de Cláudia Pereira; “Overman”, de Tomás Portella; e “Privadas de Suas Vidas”, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner. A mostra também apresenta o curta “Morfeu e Caronte”, de Luiz Ulian e Jocimar Dias Jr.
O Estado das Coisas promove debates sobre o Brasil contemporâneo
A mostra O Estado das Coisas reúne documentários que propõem reflexões sobre questões humanas, sociais e políticas do Brasil contemporâneo.
A seleção inclui “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados”, de Paulo Henrique Fontenelle; “No Passo da Cobra”, de Estevão Ciavatta Pantoja Franco; “Pontos de Partida”, de Silvio Tendler; “Por Que Não?”, de Maria Prata; “Vitória da Paz”, de Ricardo Calil, Fábio Gusmão e Dudu Levy; e “Vozes na sua cabeça”, de Douglas Duarte.
Também fazem parte da mostra os curtas “Duwid Tuminkiz – Makunaima É Duwid?”, de Gustavo Caboco Wapixana, e “Tanaru”, de Julia Mariano.
Festival do Rio terá sessões especiais e filmes restaurados
Fora das competições, a Première Brasil apresenta a mostra Hors Concours, com filmes exibidos em sessões especiais. Entre os títulos estão “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, de Diego Freitas; “Fernanda”, de Pedro Waddington; “Ney por trás das máscaras”, de Esmir Filho; “Pai de Primeira Viagem”, de Mariana Youssef; “Sedução”, de Zelito Viana e Marcos Palmeira; e “Se eu fosse você 3”, de Anita Barbosa.

Já a mostra Hors Concours Especial promove o reencontro do público com filmes que marcaram época, apresentados em cópias restauradas. A seleção inclui “Paraíso Semiárido”, de Eduardo Escorel; “O tempo e o lugar”, também de Escorel, lançado originalmente em 2008; “Janela da Alma”, de João Jardim e Walter Carvalho, de 2001; e o curta “Tarantino’s mind”, de 300ml, de 2006.
Nova Geração aproxima o cinema brasileiro do público jovem
A nova mostra dedicada ao público jovem e às famílias reúne seis produções. Entre elas estão “Amadeo e o Hipotético Mundo Novo”, de Edu Felistoque, Brenda Lígia e Everton Amorim; “O Capitão Engarrafado”, de Guilherme Reis; “Feito Pipa”, de Allan Deberton; “Medley”, de Ana Luiza Azevedo; e “Minha Primeira Namorada”, de Jonathan Haagensen e Kátia Lund.
A seleção é completada pelo curta “Cinderela do Samba”, de Magna Domingues.
Première Brasil também apresenta cinco séries brasileiras
A programação deste ano ainda inclui uma mostra dedicada a séries brasileiras com lançamento previsto para 2026. São cinco produções selecionadas.
Entre elas estão “Amora”, de Juliana Rojas, para o Canal Brasil; “Cidade de Deus 2: A Luta Não Para”, de Aly Muritiba, para a HBO Max; “Delegado”, de Leonardo Lacca e Marcelo Lordello, para o Canal Brasil; “Especial Afronta!”, com direção geral de Juliana Vicente; e “Marília Mendonça: Sentimento Louco”, de Susanna Lira, para a Amazon MGM Studios.
Festival amplia acesso ao cinema e promove debates
A formação de público é um dos pilares da programação. As sessões da Première Brasil serão acompanhadas de debates com realizadores, equipes e integrantes dos elencos, criando oportunidades para que espectadores conheçam os processos de criação e produção das obras.
As sessões de gala da Competição de Longas e Curtas-Metragens acontecem no Estação Claro Gávea. No dia seguinte, os filmes serão exibidos a preços populares no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, na Cinelândia, com debates.
As competições Novos Rumos e O Estado das Coisas também terão conversas com as equipes após as sessões no Estação Claro Rio, no Cinesystem Botafogo e na nova sala do circuito localizada na Fundação Getúlio Vargas.
O Festival do Rio também leva sua programação para além das salas comerciais, chegando aos cinemas do Circuito Cine Carioca, mantido pela Prefeitura do Rio, no Parque de Realengo e na Areninha Cultural Renato Russo, na Ilha do Governador. A iniciativa busca ampliar o acesso à produção audiovisual brasileira em diferentes regiões da cidade.
RioMarket reúne profissionais da indústria audiovisual
O Armazém da Utopia, sede do Festival do Rio, ocupa uma área de cinco mil metros quadrados na região revitalizada do Cais do Porto. O espaço abriga o credenciamento, a sala de imprensa e o RioMarket, área dedicada aos negócios da indústria audiovisual.
Durante o festival, o RioMarket promove uma programação diária de palestras, seminários, encontros e workshops, reunindo profissionais de diferentes setores do mercado.
“O cinema brasileiro é sempre surpreendente e demonstra, ano após ano, uma vitalidade que chama a atenção por sua renovação, ousadia e força. A Première Brasil é um grande tapete vermelho de talentos e a prova concreta de que, se há um setor para onde a atenção deve se voltar por sua capacidade de impacto e crescimento, é o cinema e suas múltiplas expressões”, afirma Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio.
O Festival do Rio conta pelo quinto ano consecutivo com apresentação e patrocínio master do Ministério da Cultura e da Shell Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Para Glauco Paiva, diretor de Comunicação e Marca da Shell Brasil, a parceria busca valorizar o cinema e fortalecer a indústria criativa. Já Leonardo Edde, presidente da RioFilme, destaca o papel do evento no desenvolvimento da indústria audiovisual, na formação de público e na projeção internacional do Rio de Janeiro.
Lista completa dos selecionados
Competição Longas-Metragens de Ficção
- “Diário do Fogo”, de Maju de Paiva e Bernardo Florim — Première Mundial
- “Ela Foi Ali Guardar o Coração na Geladeira”, de Cristiane Oliveira e Gustavo Galvão — Première Nacional
- “O Filho da Puta”, de Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite
- “Funk”, de Aly Muritiba — Première na América Latina
- “LONDON”, de Victor Di Marco e Márcio Picoli — Première Nacional
- “A Margem do Rio”, de Enock Carvalho e Matheus Farias — Première na América Latina
- “Maria de Maria”, de Luiza Shelling Tubaldini — Première Mundial
- “Oceânico”, de Guilherme Coelho — Première Mundial
- “A Professora de Francês”, de Ricardo Alves Jr. — Première Nacional
- “Vicentina Pede Desculpas”, de Gabriel Martins — Première na América Latina
Competição Longas-Metragens Documentário
- “Alucinação”, de Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano — Première Mundial
- “Cão Sem Plumas”, de Camila Valença — Première Mundial
- “Dragões”, de Miguel Antunes Ramos — Première Mundial
- “Elza”, de Eryk Rocha — Première Mundial
- “A Extraordinária Vida de Vera Valdez”, de Fabio Meira — Première Mundial
- “Fui Olhar Você Dormir”, de Anna Azevedo — Première Mundial
- “O Sertão das Nossas Memórias”, de Lucia Murat — Première Mundial
- “Uma Missa para Dom Angélico”, de Emilia Silveira — Première Mundial
Competição Curtas-Metragens
- “3×4”, de Juliana Tizatto
- “Better Future”, de Jungle — Première Mundial
- “Boulevard Arrudas”, de Matheus Moura
- “A Casa de Dona Carlota”, de Lili Fialho e Bruna Linzmeyer — Première Mundial
- “Fissuras”, de Diana Coelho
- “Fortaleza”, de Michel Stolnicki — Première Mundial
- “Joqueta”, de Luciana Vieira — Première na América Latina
- “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia
- “Pedra-Mar”, de Janaína Lacerda
- “Reteté”, de Donna Oliveira — Première Mundial
- “Santo”, de Maria Luísa Alves — Première Mundial
Competição Novos Rumos – Longas-Metragens
- “144 – Apocalipse Não”, de João Paulo Cuenca — Première Mundial
- “O Deserto de Luiza”, de Alan Minas — Première na América Latina
- “Isabel”, de Gabe Klinger — Première Nacional
- “Jardim dos Silêncios”, de Henrique Dantas — Première na América Latina
- “Malick”, de Cassio Tolpolar e Modou Awa Dieye — Première Mundial
- “Não Estamos Sonhando”, de Ulisses Arthur — Première Nacional
- “Talismã”, de Thais Fujinaga — Première Mundial
- “Turma 101”, de Wagner Novais — Première Mundial
Competição Novos Rumos – Curtas-Metragens
- “Os Beatos”, de Valentin Lebeau
- “Consolo”, de Johnny Massaro — Première Mundial
- “Um Domingo”, de Maíra Bühler e Rô Albuquerque — Première Mundial
- “Floresta do Fim do Mundo”, de Felipe M. Bragança e Denilson Baniwa
- “Fundura”, de Catapreta
- “Laser-Gato”, de Lucas Acher — Première na América Latina
- “Mira”, de Daniella Saba
- “Ondas de Silêncio”, de Caio J. Bonfim — Première Mundial

Gala de Encerramento
- “100 Dias”, de Carlos Saldanha — Première Mundial
Hors Concours
- “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, de Diego Freitas — Première Mundial
- “Fernanda”, de Pedro Waddington — Première Mundial
- “Ney por trás das máscaras”, de Esmir Filho — Première Mundial
- “Pai de Primeira Viagem”, de Mariana Youssef — Première Mundial
- “Pitico – Hermes Ayres Azevedo (1881-1959) – Historiador da província”, de Julio Bressane
- “Sedução”, de Zelito Viana e Marcos Palmeira — Première na América Latina
- “Se eu fosse você 3”, de Anita Barbosa — Première Mundial
- “Verão da Lata”, de Santiago Dellape
- “Justino – Nos Bastidores do Reino”, de José Eduardo Belmonte
- “Tempo à Faca”, de Diogo Oliveira — Hors Concours Novos Rumos
Hors Concours Especial
- “Paraíso Semiárido”, de Eduardo Escorel — Première Mundial
- “O tempo e o lugar”, de Eduardo Escorel
- “Janela da Alma”, de João Jardim e Walter Carvalho
- “Tarantino’s mind”, de 300ml
Retratos
- “Aldir Blanc – Resposta ao Tempo”, de Marcus Fernando e Hugo Sukman — Première Mundial
- “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, de Elizabete Martins Campos — Première Nacional
- “Amor e Fé: Chica Xavier”, de Clementino Junior — Première Mundial
- “Baile das Luzes”, de Vincent Rosenblatt — Première Mundial
- “Cansei de Ser Galã”, de Bento Marzo e Eduardo Ades — Première Mundial
- “Cony, Retrato Íntimo”, de Marcos Ribeiro — Première Mundial
- “Flora & Airto: O Som Revolucionário”, de Jom Tob Azulay
- “O Gesto Entre Nós”, de Roberto Bomtempo — Première Mundial
- “Mario Carneiro – Gravura Feita de Luz”, de Beth Formaggini — Première Nacional
- “Mr. Wonderful”, de Susanna Lira — Première Mundial
- “Squel – Confissões de uma porta-bandeira”, de Celina Torrealba e Zeca Brito — Première Mundial
- “Vivo 76”, de Lírio Ferreira
- “Tempos de Inocência”, de Gregory Baltz e Kaio Caiazzo — Première Mundial
- “Taísa Machado — Em Estado De Encontro”, de Milena Manfredini — Première Mundial
O Estado das Coisas
- “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados”, de Paulo Henrique Fontenelle — Première Mundial
- “No Passo da Cobra”, de Estevão Ciavatta Pantoja Franco — Première Mundial
- “Pontos de Partida”, de Silvio Tendler
- “Por Que Não?”, de Maria Prata — Première Mundial
- “Vitória da Paz”, de Ricardo Calil, Fábio Gusmão e Dudu Levy — Première Mundial
- “Vozes na sua cabeça”, de Douglas Duarte — Première Mundial
- “Duwid Tuminkiz – Makunaima É Duwid?”, de Gustavo Caboco Wapixana
- “Tanaru”, de Julia Mariano
Midnight Movies
- “Chuva Ácida: Histórias do Crepúsculo de Cubatão”, de Cláudia Pereira — Première Nacional
- “Overman”, de Tomás Portella — Première Mundial
- “Privadas de Suas Vidas”, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner — Première Nacional
- “Morfeu e Caronte”, de Luiz Ulian e Jocimar Dias Jr.
Nova Geração
- “Amadeo e o Hipotético Mundo Novo”, de Edu Felistoque, Brenda Lígia e Everton Amorim — Première na América Latina
- “O Capitão Engarrafado”, de Guilherme Reis — Première Mundial
- “Feito Pipa”, de Allan Deberton
- “Medley”, de Ana Luiza Azevedo — Première Nacional
- “Minha Primeira Namorada”, de Jonathan Haagensen e Kátia Lund — Première Mundial
- “Cinderela do Samba”, de Magna Domingues — Première Mundial
Séries
- “Amora”, de Juliana Rojas — Canal Brasil
- “Cidade de Deus 2: A Luta Não Para”, de Aly Muritiba — HBO Max
- “Delegado”, de Leonardo Lacca e Marcelo Lordello — Canal Brasil
- “Especial Afronta!”, com direção geral de Juliana Vicente
- “Marília Mendonça: Sentimento Louco”, de Susanna Lira — Amazon MGM Studios
Panorama Carioca
- “O Cinema Possível”, de Luiz Carlos Lacerda — Première Mundial
- “A Última Noite”, de Pedro Belchior Costa e Jhenifer Emerick — Première Mundial
- “Amor Inteligente”, de José Bial — Première Nacional
- “A Casa do Pai”, de Patrick Sampaio — Première Mundial
- “HELENA! CINEMA!”, de Cavi Borges e Christian Caselli — Première Mundial
- “Pique-pega”, de Mia Lima Rocha
- “Revelação”, de Gabriela I. Gaia
Itinerários Únicos
- “Me Deixa Ser (Let Us Be)”, de Viviane D’Avilla — Brasil, Índia e Estados Unidos
- “Mounir”, de Juliana Borges
- “Pardo é Papel”, de Alexis Zelensky — Brasil, França e Portugal
- “Cadu Barcellos – Cria não morre, vira lenda”, de Wagner Novais — Première Nacional
Coproduções Brasileiras
- “Seis Meses no Prédio Rosa e Azul (6 Meses en el edificio rosa con azul)”, de Bruno Santamaría Razo — México, Brasil e Dinamarca — Première Latina
- “Elefantes na Névoa (Elephants in the Fog)”, de Abinash Bikram Shah — Alemanha, Brasil, França, Nepal e Noruega — Expectativa
- “Furies”, de Rami Kodeih — Brasil e Líbano — Expectativa
- “Glaxo”, de Benjamín Naishtat — Brasil e Argentina — Première Latina
- “La Perra”, de Dominga Sotomayor — Brasil e Chile — Première Latina
- “Quem Matou Narciso? (Narciso)”, de Marcelo Martinessi — Alemanha, Brasil, Espanha, França, Paraguai, Portugal e Uruguai — Première Latina
- “Vinchuca (Kissing Bug)”, de Luis Zorraquin — Argentina e Brasil — Première Latina
