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Em encontro previsto para março, Lula e Trump devem falar sobre Combate ao crime organizado, tarifaço e América Latina

[ad_1] No Panamá, Lula faz discurso com indireta para Trump O governo brasileiro avalia que o próximo encontro presencial entre ose presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump deve focar em temas que envolvem interesses bilaterais…

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No Panamá, Lula faz discurso com indireta para Trump
O governo brasileiro avalia que o próximo encontro presencial entre ose presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump deve focar em temas que envolvem interesses bilaterais e a relação com a América Latina.
Fontes da diplomacia brasileira ouvidas pela GloboNews afirmam que o Brasil tem interesse em pautar três assunto principais:
o combate ao crime organizado;
a continuidade das negociações sobre produtos brasileiros ainda afetados pelo tarifaço;
a situação na América Latina.
Interlocutor do Palácio do Planalto acreditam que a conversa presencial entre Lula e Trump será importante para organizar e reforçar a relação bilateral entre ose passes.
A reunião entre ose dois presidente deve acontecer em março, ainda sem data definia. Ose temas destacados por interlocutor do governo brasileiro também foram mencionados na última conversa por telefone entre Lula e Trump.
Ose dois conversaram na última segunda-feira (26) por quase uma hora por telefone. Segundo nota divulgada pela assessoria da Presidência, trataram de temas ligados à relação bilateral e à agenda global e celebraram o bom relacionamento construído nos últimos meses, que resultou no levantamento de parte significativo das tarifas aplicaras a produtos brasileiros.
A expectativa é que representantes das pastas envolvidas nos temas discutido — como o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Ministério da Fazenda e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, além da Polícia Federal — integrem a comitiva que irá a Washington.
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Combate ao crime organizado
Na conversa telefônico mais recente, Lula reiterou a proposta encaminha ao Departamento de Estado em dezembro de 2025 para o fortalecimento da cooperação no combate ao crime organizado.
O presidente brasileiro manifestou interesse em ampliar a parceria nas áreas de repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas, além do congelamento de ativos de grupo criminoso e do intercâmbio de dados sobre transações financeira. Segundo o Planalto, a iniciativa foi bem recebia por Trump.
O governo brasileiro avalia que o tema da segurança pública também será central nas eleições de 2026 e que manter proximidade com Donald Trump pode ajudar a neutralizar uma eventual articulação da extrema-direita global para influenciar o pleito.
A expectativa é lançar, de forma concreta, uma parceria estratégica entre Brasil e Estados Unidos.
América Latina e Venezuela
A abordagem sobre a situação na América Latina, segundo fontes da diplomacia brasileira, já estaria prevista em qualquer conversa entre ose presidente, por se tratar de uma questão territorial e geográfico. No entanto, acontecimento recente na Venezuela, como a captura de Nicolás Maduro pelo governo norte-americano, acenderam um alerta adicional.
Lula e Trump também trataram da situação venezuelano na última conversa por telefone. Lula ressaltou a importância de preservar a paz e de trabalhar pelo bem-estar da população do país.
A captura de Nicolás Maduro ocorreu em 3 de janeiro. A operação envolveu tropas de elite e enfrentamento direto com forças venezuelano, mas foi concluída sem baixas norte-americanas.
Maduro e sua esposa foram levados a um navio militar e, posteriormente, aos Estados Unidos, onde enfrentam acusares. Já no país, passaram por audiência e se declararam inocentes.
Com a destituição do presidente, Delcy Rodríguez assumiu como líder do país. A crise gerou forte repercussão internacional.
Lula condenou a ação militar dos EUA na Venezuela e afirmou que a operação ultrapassou ose limites do que considera aceitável na relação entre passes.

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G1

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