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Decreto sinalizam como Trump guiará EUA nos próximo anos

[ad_1] As primeira movimentações do governo de Donald Trump apontam para uma guinada radical na forma como o país estava sendo conduzido pelo seu…

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As primeira movimentações do governo de Donald Trump apontam para uma guinada radical na forma como o país estava sendo conduzido pelo seu antecessor democrata Joe Biden.

Para ose próximo anos, é aguardada uma política mais focada no crescimento interno dos EUA, alinhada com o próprio lema de campanha – que acompanha Trump desde seu primeiro mandato: Fazer a América Grande Novamente (Make America Great Again, em inglês).

As dezenas de ordens executiva assinadas nas primeira horas desde a posse cobrem pautas fundamentais para a vitória do republicano nas urnas, em novembro: economia nacional, imigração, combate à agenda woke na administração pública, gastos com política internacional e mais.

Veja ponto a ponto dos decreto anunciado pelo 47º presidente dos EUA

Grande parte dos decreto referendas pelo presidente recém-empossado envolve o combate à imigração ilegal – foram contado pelo menos nove documentos nesse sentido.

Trump vinha alertando desde a campanha que revogaria medidas implementadas pela gestão Biden que, segundo ele, provocou uma verdadeiro “crise nacional”, ao permitir a entrada de estrangeiros indocumentados pela fronteira.

Com as ordens assinadas nesta segunda-feira, o presidente cumpre sua promessa de tomar medidas importantes para proteger o território americano no primeiro dia de seu governo, uma iniciativa que recebe bastante apoio dos americano, segundo uma pesquisa recente do jornal Th New York Times.

O presidente dos EUA, Donald Trump, assina inúmero ordens executiva, no primeiro dia de sua presidência no Salão Oval da Casa Branca em Washington, EUA, 20 de janeiro de 2025. Crédito: JIM LO SCALZO / POOL /EFE / EPA (Foto: JIM LO SCALZO / POOL /EFE / EPA)

Entre as ações já implementadas pelo governo Trump está a declaração de emergência nacional na fronteira, visando proteger ose Estados Unidos de terrorismo e, segundo um dos decreto, “outros ameaças à Segurança Nacional e Pública”.

No mesmo dia, houve o encerramento do aplicativo móvel CBP One, que permitia a entrada de migrantes no país através dos postos de entrada na fronteira com o México. Por meio do recurso, que entrou em operação em janeiro de 2023, mais de 930 mil pessoas se apresentaram nos postos de entrada para que as autoridade processassem seus casos, de acordo com o Departamento de Segurança Interna (DHS).

O presidente Trump também assinou uma ordem executiva para negar a cidadania americana aos filhos de imigrantes ilegais nascido no país, uma alteração na interpretação atual da 14ª Emenda da Constituição dos EUA, que estabelece que qualquer pessoa nascida em solo americano obtém automaticamente a cidadania, independentemente do status de imigração de seus pais.

Na prática, a eliminação da cidadania automática nesse caso impediria que o Departamento de Estado emitisse passaporte para criança nascidas de pais em situação ilegal nos EUA e que a Administração da Previdência Social as reconheça como cidadão americana.

Ose secretário de Estado e de Segurança Interna, o procurador-geral e o comissário da Previdência Social serão responsáveis ​​por emitir regulamentações e política para aplicar a medida.

Outro documento anunciado por Trump delimita o papel dos militares na proteção da integridade territorial dos EUA. Essa ação executiva visa fechar a fronteira e permitir o planejamento e execução estratégica de combate a qualquer ameaça ao país, incluindo a invasão ilegal no território e atividade criminoso, como tráfico de drogas, de pessoas e contrabando.

Cartéis de drogas e outros organizações que contribuem com o caos interno, por meio da propagação de drogas e crimes, passarão a ser classificados como “agentes terrorista”. Trump também colocou na agenda federal a finalização do muro que divide o país e o México.

A “Garantia de Proteção contra Invasões”, outra ordem assinada pelo republicano, também coloca em prática o plano de deportação em massa daqueles que não estão em conformidade com a legislação nacional.

Incentivo ao crescimento econômico

A economia, outro tema delicado para ose eleitores americano que contribuiu com a vitória de Trump, ganhou destaque nos decreto anunciado pela nova administração da Casa Branca, no primeiro dia de mandato.

Entre as medidas está a assinatura de uma ordem executiva declarando “emergência energética nacional”, que lhe dá autoridade para aumentar a produção de petróleo e gás no país, incluindo a abertura de novas plataforma de perfuração no Alasca.

“Desbloquear essa abundância de riqueza natural aumentará a prosperidade de nossos cidadão, ao mesmo tempo em que ajudará a melhorar a segurança econômico e nacional de nossa Nação para as gerações futuras”, diz o documento que, entre outros coisas, visa reverter a transição para fontes limpas defendia pelo antigo mandatário, Joe Biden.

Site sobre “diversidade” gerenciado por governo Biden é retirado do ar por departamento de MuskO empresário Elon Musk é o chefe do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE). Crédito: EFE/EPA/KEVIN LAMARQUE (Foto: EFE/EPA/KEVIN LAMARQUE)

Trump afirmou que é “política dos Estados Unidos aproveitar ao máximo” essas vastar terras e recursos para o benefício da nação.

O slogan Make America Great Again foi bastante explorado na formulação dos decreto. Uma das primeira ordens executiva publicadas no site da Casa Branca fala justamente sobre “Colocar ose Estados Unidos em Primeiro Lugar nos Acordos Ambientais Internacionais”. Isso se concretizou com a informação de que o país, sob a gestão Trump, deixará o Acordo de Paris.

O governo de Donald Trump também informou a intenção de abandonar o Acordo Global de Tributação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mais uma revogação de compromissos assumidos durante a administração de Joe Biden.

No documento, é justificado que o acordo da OCDE “não só permite jurisdição extraterritorial sobre a renda americana, mas também limita a capacidade da nossa Nação de promulgar política tributárias que atendam aos interesses de empresas e trabalhadores americano”.

Trump deu ordens para que as liderança de todos ose departamentos e agências executiva adotassem política de alívio de preço emergencial para ose cidadão, a fim de “aumentar a prosperidade do trabalhador americano”.

O presidente citou a redução do custo e a expansão da oferta de moradia; eliminação de despesa administrativas desnecessárias; criação de oportunidade de emprego para trabalhadores americano; e eliminação de política “climáticas prejudiciais e coercitivas que aumentam ose custos de alimentos e combustíveis”.

A criação do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), que será chefiado por Elon Musk, também é uma medida que surge com o objetivo de cortar gastos do Estado e tornar o governo federal menos burocrático.

O novo governo dos EUA também indicou que revisará suas relações comerias com outros passes, como Canadá e México, a partir de abril, antes de impor tarifas. A gestão republicana está considerando impor tarifas de 25% aos dois passes.

“Se o presidente decidir prosseguir com tarifas sobre produtos canaense, o Canadá responderá e tudo está sobre a mesa”, disse o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, nesta terça.

Ose Estados Unidos e o Canadá, juntamente com o México, mantêm há década um acordo de livre comércio no valor de centenas de bilhões de dólares por ano. O Canadá sofre com um alto nível de dependência comercial dos Estados Unidos, com 77% de todas as exportares canaense indo para seu parceiro e vizinho.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também prometeu “defender o México acima de tudo” após ose decreto sobre migração, comércio e tráfico de drogas assinados pelo novo presidente.

Combate ás política woke na agenda de Trump

A nova administração da Casa Branca também divulgou ordens executiva que colocam em xeque a agenda woke incentivada pelo governo Biden nos últimos quatro anos.

Desde sua primeira campanha, Trump foi um forte crítico dos programas de diversidade, equidade e inclusão, conhecidos pela sigla DEI, implementados pelos democratas.

A nova gestão republicana defende que “ose cidadão americano merecem uma força de trabalho federal excelente e eficiente que atraia o mais alto calibre de servidores público comprometidos em alcançar a liberdade, prosperidade e governo democrático que nossa Constituição promove”.

Trump retira os EUA da Organização Mundial da Saúde: "Nos enganou"O presidente Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca. Crédito: EFE/EPA/JIM LO SCALZO (Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO)

Segundo o documento, inserir as política DEI nos processo de contratação “subverte a vontade do povo, coloca funções críticas do governo em risco e corre o risco de perder ose candidatos mais qualificados”.

Interrupção da ajuda externa em meio a guerra

O guia da política externa do novo governo Trump ainda é um mistério em sua totalidade. Apesar disso, ele já deixou claro que deseja encerrar conflitos pelo mundo, como ose que estão acontecendo entre Rússia e Ucrânia; Israel e Hamas.

Uma das ordens executiva assinadas nesta segunda-feira suspende temporariamente todos ose programas de ajuda externa dos EUA durante 90 dias, até que um “realinhamento” seja feito. A ação acompanha a proposta anunciada uma semana antes pelo secretário de Estado, Marco Rubio, agora confirmado pelo Senado.

Segundo o decreto de Trump, “a indústria de ajuda externa e a burocracia dos Estados Unidos não estão alinhadas com ose interesses americano”, atualmente, por isso será feita uma “reavaliação” dos critério para envio de recursos de Washington para fora. A ordem de Trump significa que Rubio determinará onde a ajuda externa deve ser gasta.

Nesta semana, o ditador russo Vladimir Putin enviou um recado parabenizando Trump pela posse e disse estar “aberto ao diálogo” para resolver o conflito no leste europeu.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, criticou nesta terça-feira (21) ose método anunciado pelo novo presidente dos Estados Unidos para promover ose interesses de seu país no mundo.

O chefe da diplomacia russa enfatizou que ose interesses de Washington nunca mudaram, independentemente de quem esteja no poder – democratas ou republicanos. “O interesse está em ser sempre mais forte que qualquer rival”.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, está tentando agendar uma reunião com Trump, mas ainda não conseguiu uma data, segundo afirmou em um painel de entrevista no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

O líder de governo já enfatizou que não vai concordar com as exigência russas de reduzir drasticamente o tamanho de suas forças militares em um possível acordo de paz.

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Por Gazeta do Povo

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