Em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, Barueri realizou, na noite de 28 de janeiro, um encontro voltado à formação, escuta e fortalecimento da rede de atendimento. A atividade integrou a programação municipal relacionada à data e reuniu servidoras e servidores, representantes institucionais e sociedade civil, com foco na qualificação das políticas públicas voltadas à diversidade e à garantia de direitos.
A ação foi conduzida pela CPDS, por meio da Divisão de Educação em Direitos Humanos da CGDHC, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo, e teve como eixo a apresentação do Panorama de Políticas Públicas para a Diversidade, seguida de capacitação direcionada ao serviço público municipal. De acordo com a organização, o encontro contou com a participação de mais de 100 pessoas, entre profissionais da Prefeitura e representantes da sociedade civil, evidenciando o interesse coletivo em ampliar conhecimento técnico e fortalecer práticas de acolhimento e atendimento.
A programação aconteceu em parceria com a Secretaria Municipal da Mulher de Barueri, reforçando uma agenda que reconhece a Visibilidade Trans não como um marco simbólico isolado, mas como compromisso permanente com educação em direitos humanos, combate às discriminações e construção de políticas públicas efetivas para pessoas trans e travestis.
Também esteve presente o CIOESTE, com participação de Brenda Contagessi, diretora de Programas e Projetos, e de Sílvia Mendes (Osasco), coordenadora do GT de Diversidade, contribuindo para qualificar o diálogo regional e fortalecer iniciativas articuladas entre municípios. A atividade contou ainda com a presença da secretária da Mulher de Barueri, Adriana Molina, destacando o compromisso institucional com respeito, inclusão e transformação social por meio de políticas públicas.
Além do conteúdo formativo, a iniciativa se destacou por priorizar a construção de fluxos e redes capazes de responder melhor às demandas reais da população trans e travesti. Na prática, isso significa qualificar o atendimento público para que ele seja mais humanizado, eficiente e livre de barreiras institucionais, contribuindo para reduzir a exclusão e ampliar o acesso a direitos básicos.
A programação reforçou ainda a importância da educação em direitos humanos como instrumento de mudança social. Ao capacitar equipes e ampliar a compreensão sobre diversidade, o município avança na construção de uma cultura institucional mais preparada para enfrentar preconceitos, acolher diferentes vivências e fortalecer políticas públicas que produzam impacto concreto na vida das pessoas.
























