MONA: Museu no largo do Arouche que transforma memória em resistência e celebração

Ghe Santos
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Você já ouviu falar do MONA? Pode anotar esse nome: Museu da Ocupação e Narrativas do Arouche. Localizado no coração de São Paulo, o espaço mistura arte, história, afeto e resistência. Mas esse não é um museu tradicional — é um ponto de encontro da cultura LGBTQIA+ com as memórias vivas da nossa cidade.

No Largo do Arouche, território que há décadas pulsa diversidade e luta, o MONA é um grito de existência. Ele celebra trajetórias LGBTQIA+, promove educação em direitos humanos e funciona como espaço de mobilização e pertencimento. Tudo isso voltado especialmente para as pessoas LGBTQIA+, racializadas e de baixa renda que vivem e atuam no centro.

O MONA surgiu a partir da iniciativa do Coletivo Arouchianos LGBTHQIAPD+, com apoio da Repep e financiamento da USP. Seu nascimento tem como base o Inventário Participativo do Largo do Arouche LGBTQIA+, feito com metodologia do Iphan, que mapeou e valorizou referências culturais e afetivas da comunidade na região.

Além das exposições, o MONA promove oficinas, rodas de conversa e ações educativas. É um espaço que vive o presente, honra o passado e projeta o futuro — tudo com base na força da coletividade.

Se você acredita que cultura também é política e quer conhecer mais da história LGBTQIA+ de São Paulo, esse é o lugar. O Arouche é mais uma vez palco da nossa luta e da nossa festa.

Saiba mais em: www.arouchianos.com.br/mona.html

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