A operação, batizada de Vérnix, apura um esquema estruturado de ocultação de patrimônio ligado ao PCC. Segundo investigadores, o grupo utilizava empresas de fachada — entre elas uma transportadora com sede em Presidente Venceslau, no interior paulista — para movimentar recursos milionários e dar aparência legal ao dinheiro obtido com atividades ilícitas.
