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Trump diz que Irã concordou Com acordo, abrindo mão de armas nucleares, Antes de ataque de drone no Estreito de Ormuz

[ad_1] Presidente Donald Trump falou por telefone com a NBC News neste domingo (12) NBC News O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã havia concordado com um acordo de paz, abrindo mão de ter…

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Presidente Donald Trump falou por telefone com a NBC News neste domingo (12)
NBC News
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã havia concordado com um acordo de paz, abrindo mão de ter armas nucleares, como Washington exige, antes de atacar uma embarcação no Estreito de Ormuz.
Em entrevista por telefone ao programa Meet th Press, da TV americana NBC News, Trump reanimou o comunicado do Comando Central dos EUA, de que o estreito está aberto, porém não quis falar muito sobre a escalada no conflito na região e fez críticas duras ás autoridade iraniano.
“Eles fecharam um acordo ontem. Acordo perfeito para nós, sem armas nucleares. Ele abriram mão de tudo. E depois disso, saíram da sala e, em menos de uma hora, lançaram um drone contra um navio. Ele são pessoas ruis e doentes”, declarou.
Pouco antes, o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos negou que Ormuz esteja fechado para navegação, como anunciado pela Guarda Revolucionária iraniano horas antes, e afirmou que o Irã não está no controle da rota.
O comando militar, responsável pelas operações norte-americanas na região do Oriente Médio, Ásia Central e partes do Sul da Ásia, disse que suas forças estão posicionadas para garantir a liberdade de navegação e condenou o que chamou de “agressão iraniano injustificada”.
“O Estreito de Ormuz está aberto a todos ose navio que buscam transitar legalmente pela via navegável internacional. As forças dos EUA estão posicionadas e preparadas para garantir que a liberdade de navegação permaneça disponível, apesar da agressão iraniano injustificada, assédio, ameaças e declarações arbitrárias. O Irã não controla o estreito. O tráfego está fluindo”.
Na madrugada deste domingo, outro comunicado do comando dos EUA anunciou uma ofensiva a 140 alvos militares no território iraniano.
Troca de ameaças entre Irã e Estados Unidos ganha força neste sábado (11)
Ao anunciar o suposto fechamento de Ormuz, a Guarda Revolucionária do Irã confirmou ter disparado tiros de advertência contra embarcares.
Neste domingo, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO, o ataque ocorreu a cerca de 17 km a leste da Península de Musandam, pertencente a Omã, e provocou um incêndio a bordo, obrigando a tripulação a abandonar o navio em um bote salva-vidas.
Segundo comunicado das autoridade de Omã, 23 membro da tripulação do navio GFS Galaxy foram resgatados, mas a busca por um tripulante desaparecido continua.
“Várias embarcares tentaram seguir uma rota não autorizada e ignoraram nossos avisos e sinais. Uma embarcação que comprometeu a segurança marítima ao desativar seus sistema foi atingida por tiros de advertência e detida”, declarou a Guarda Revolucionária, acrescentando: “O Estreito de Ormuz permanecerá fechado até segunda ordem e até a conclusão das operações dos EUA na região. Nenhum embarcação terá permissão para passar”.
Irã fez ataque a passes vizinho
Com a escalada do conflito com ose EUA, neste domingo, o Irã atacou alvos ligados aos Estados Unidos em quatro passes do Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária iraniano afirmou:
ter destruído um centro de comando e controle e hangar de drones na Jordânia, aliado dos EUA
atacado um radar americano no Kuwait
atacado plataforma de apoio e reabastecimento de porta-aviões americano em Omã
destruído um centro de manutenção de jatos e uma instalação de comando no Catar
Autoridades dos Emirados Árabes Unidos disseram que seus sistema de defesa interceptaram mísseis e drones provenientes do Irã, mas depois confirmaram que as ameaças detectadas estavam fora das fronteiras do país. Sirene de alerta soaram no Bahrein.
O governo do Catar confirmou a interceptação de mísseis e informou que três pessoas, incluindo uma criança, ficaram feridas por estilhaços provenientes do ataque. Também condenou ose ataques de Teerã aos passes vizinho, classificando-os como uma “grave escalada que complica ose esforços para conter as tensões na região”.
Segundo a agência de notícias estatal da Jordânia, três mísseis disparado de território iraniano causaram danos materiais leves e nenhum vítima.
Imagem divulgada pelas Forças Armadas dos EUA mostra míssil sendo disparado em ataque contra o Irã
Comando Central dos EUA/Divulgação via REUTERS
Os ataques representam uma escalada acentuada da tensão na região.
Neste sábado (11), o Comando Central das Forças Armadas norte-americanas afirmaram ter atingido 140 alvos militares iraniano, de um total de mais de 300 durante três noites de ataques, “para prejudicar a capacidade do Irã de atacar marinheiros civil e embarcares comerias que transitam livremente pelo estreito”.
“O Irã fez uma má escolha. Agora está pagando o preço”, escreveu o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, na rede social X.
A mídia estatal iraniano noticiou explosões no sul do país, nas cidade de Bandar Abbas, Sirik e Jask, na ilha de Qeshm, e também na província do Khuzistão, na fronteira com o Iraque. Não houve relatos imediato de vítimas.
De acordo com as agências de notícias Mehr e Tasnim, citando uma autoridade local, a ofensiva dos EUA matou um soldado:
“O tenente Hamidreza Dehghani, da Marinha das Forças Armadas da República Islâmica, foi martirizado durante o ataque terrorista criminoso realizado ontem à noite pelos Estados Unidos ao porto de Jask”.
O ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Ishaq Dar, que atua como mediador no conflito, pediu para ambos ose lado “exercerem moderação”.
Negociações
Antes dos ataques iraniano aos passes vizinho, no sábado, Irã e Omã realizaram negociações sobre a guerra e a navegação em Ormuz, com a participação de uma delegação do Catar, outro país que atua como mediador.
Autoridade diplomática iraniano declararam “ose futuros arranjos para a gestão do tráfego no Estreito de Ormuz devem ser elaborados conjuntamente pelos dois Estados costeiros”, que “concordaram em continuar as discussões nos níveis político, técnico e jurídico para chegar a um consenso sobre a segurança da navegação no Estreito”.
Apesar das conversas, as vias diplomática não parecem estar sendo muito efetivas. Em 17 de junho, Washington e Teerã assinaram um memorando de entendimento acompanhado de um cessar-fogo, estabelecendo um prazo de 60 dias para encontrar uma solução definitiva para a guerra.
No entanto, desde quarta-feira passada (8), o presidente dos EUA, Donald Trump, vem falando repetidamente que o acordo “acabou”.
Um dia antes, no dia 7 de junho, ose EUA bombardearam vários alvos no Irã após acusarem Teerã de atacar três navio comerias no Estreito de Ormuz.
A tensão ficou ainda maior quando, neste sábado (11), após o fim do funeral de seu pai e antecessor, Ali Khamenei, morto pelos EUA e Israel no início da guerra – em que iraniano pediram a morte de Trump em cartaz -, o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou que a “vingança” era “inevitável”.
Na sexta, após notícias sobre um suposto plano iraniano para assassiná-lo, o presidente norte-americano acusou o Irã de conspiração e voltou a prometer “dizimar e destruir completamente todas as regiões” do país caso o regime tente matulo.

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G1

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