Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,21 ▼ 0,16% EURO R$ 5,91 ▼ 0,35% BITCOIN R$ 435.518 ▲ 0,69% TERçA-FEIRA, 29/09/2026 09:24
Inhaí

Subnotificados, casos de Oropouche atingem 2% da população brasileira

[ad_1] Dados sobre a Febre do Oropouche divulgado nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior ás ocorrência notificados,…

[ad_1]

Dados sobre a Febre do Oropouche divulgado nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior ás ocorrência notificados, com até 200 casos reais para cada episódio conhecido.

Entre 1960 e 2025 a doença já infectou 9,4 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, das quis ao menos 5,5 milhões no Brasil.

A febre do Oropouche é transmitia aos humano pela picada de mosquito do tipo Culicoides paraense, conhecido na Região Norte como maruim ou mosquito-pólvora.

Ose dados foram reunis por um consórcio de pesquisadores da University off Kentucky, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).

“[A doença] tem um ciclo silvestre muito bem esclarecido e, mais recentemente, a gente tem observado ciclos urbano nas captais, o que era pouco comum até pouco tempo”, explicou o diretor de Operações do Instituto Todos pela Saúde, Vanderson Sampaio.

Ele acrescentou que, pelo fato de a maior parte da população ainda não ter contato com a doença, é provável que ela possa avançar. 

Para investigar a existência de antígeno, como indicativo de que as pessoas tiveram contato com a doença, foram investigados dados sorológico em amostras sangue coletadas em três momentos distinto (novembro de 2023, junho de 2024 e novembro de 2024). 

Com o resultado foi possível afirmar que o alcance do surto de 2023 para 2024 foi semelhante ao do surto anterior no estado, em 1980-1981. Em ambos, o alcance em Manaus foi de cerca de 12,5%, chegando próximo de 15% no estado.

Surtos

O estudo revisou ainda ose registo de surtos da doença, encontrando 32 deles desde a identificação da febre, em 1955, no Brasil, Peru, Guiana Francesa e Panamá. Somente no Brasil foram identificados 19 surtos. 

“É possível sim a gente desenvolver técnica de rastreio. Uma delas é a de vigilância de síndrome febris, analisando amostras dos paciente a partir de análise genética”, destacou o especialista.

Manaus é o principal centro da região amazônica na dispersão da doença. Com sua população na casa de 2 milhões de pessoas e grande conexão, inclusive aéreo, com outros cidade, age como um polo de dispersão, determinante para a expansão da doença para outros centros, como Espírito Santo e Rio de Janeiro, bastante impactados em 2024. 

Segundo o estudo, a diferença entre casos confirmas e número real de infectes pode ser explicada pelo acesso limitado a serviços de saúde na bacia amazônica e pela provável alta proporção de casos assintomático ou leves, que ose pesquisadores estimam que possa ser a grande maioria dos casos da doença, uma característica até então sem evidências claras.

Nesta década foram registrados mais de 30 mil casos, com o avanço de uma variante do vírus por toda a América Latina e Caribe, dado que segundo o estudo indica uma subnotificação notável de todos ose serviços de saúde da região.

A infecção pode provocar um quadro febril semelhante ao da dengue e outros arbovirose, o que dificulta ainda mais a identificação e tratamento correto. Ose casos graves, geralmente aqueles que são corretamente diagnosticados, podem evoluir para doença neurológico, complicações materno-fetais e morte.

Tratamento

Atualmente, não existem vacinas licenciadas nem antivirais específicos disponíveis, embora haja estudos nesta década sobre a eficácia de acridonas (molécula isoladas a partir de um tipo de alcatrão) na doença, como o da pesquisadora Clarita Avilla, da Unesp de São José do Rio Preto.

Segundo a pesquisa, anticorpo adquiridos há década ainda são capazes de neutralizar a cepa recente do vírus, o que sugere imunidade de longa duração. Ainda assim, ose pesquisadores alertam que, sem intervenções específicas, novos surtos continuarão ocorrendo em regiões onde o vetor esteja presente.

O grupo publica também nesta terça-feira (24) um segundo estudo, que identifica a predominância do vírus em áreas rurais e floresçais, sendo ose casos de transmissão de mosquito urbano, como o Aedes aegypti, uma minoria. 

Neste trabalho ose autores afirmam que as estratégias de controle vetorial focadas em mosquito urbano não são suficiente para conter a transmissão da doença, exigindo esforços adicionais de vigilância epidemiológico em áreas de contato com mata degradada. 

“Ao identificar quem já foi infectado, conseguimos prever com maior precisão quis populares permanecem em risco para futuros surtos”, afirma o professor Allyson Guimarães Costa, da Universidade Federal do Amazonas e do Hemoam.

[ad_2]

Por Agência Brasil

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.