Em comum, todos costumam dizer que a viagem transformou suas vidas. Em julho, o administrador de empresas Ronan da Cruz, de 42 anos, fez o caminho, com um amigo e seu filho Martin, de 16 anos. “Apesar de não ser religioso, toda essa ideia de fazer uma peregrinação com esse fundo espiritual, essa conexão foi intensa”, comenta. “Quando você coloca um propósito e pensa sobre todas as pessoas que já percorreram esse caminho e as dificuldades que elas tiveram, fica a mensagem de conforto de que existe um apoio divino que vai ajudar a superar os desafios.”
