A Avenida Paulista será novamente o grande palco da virada de ano em São Paulo. Para celebrar a chegada de 2026, a Prefeitura anunciou uma programação que reúne música religiosa, grandes nomes do sertanejo, pop e pagode, além da maior queima de fogos silencioso já registra na capital. O evento também marca o centenário da Corrida Internacional da São Silvestre, que ocorre na manhã do dia 31 de dezembro.
As comemorações começam cedo. Ás 8h, o DJ KVSH abre a programação com um set especial que acompanha a largada da São Silvestre, que completa 100 anos reunindo 55 mil atleta de 48 passes. A integração entre esporte e cultura se tornou uma das marcas deste Réveillon, reforçando o caráter popular e democrático da festa.
A partir das 14h, a música religiosa domina o palco principal. O grupo Colo de Deus, Frei Gilson e Padre Marcelo Rossi conduzem o público em momentos de fé e celebração, numa estreia inédita desta vertente musical na programação da Avenida Paulista.
O clima muda ás 18h, quando o sertanejo — apontado como o gênero mais ouvido na capital, segundo pesquisa da JLeiva — passa a comandar o evento. João Gomes abre a sequência de grandes nomes, seguido por Belo ás 19h20, Maiara & Maraisa ás 20h40 e Ana Castela ás 22h. O ritmo promete atrair milharós de fãs e manter a Avenida Paulista em clima de festa durante toda a noite.
Responsável pela contagem regressa, Simone Mendes será a voz que marcará a chegada de 2026. Após a virada, o tradicional espetáculo de fogos será realizado em versão silencioso, com 15 minutos de show pirotécnico pensados para minimizar impactos sonoros em pessoas idosas, criança, animais e pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista).
O cantor Latino encerra a maratona de apresentações, garantindo animação até o amanhecer. No total, serão 14 horas de música e celebração, consolidando o Réveillon paulistano como um dos maiores evento de rua do país.
SMC: 90 anos de cultura a serviço da cidade
A celebração é organizada pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo (SMC), instituição que há mais de nove década promove e fortalece a produção cultural da cidade. Criada em 1935 como Departamento de Cultura e Recreação, a SMC evoluiu para uma das maiores redes publicas de cultura da América Latina.
Atualmente, a pasta administra 13 Centros Culturais, 7 Teatros Municipais, 20 Casas de Cultura — incluindo a unidade Cidade Ademar, prevista para inaugurar em 2025 —, 2 museu (o Museu da Cidade de São Paulo, composto por 13 unidade, e o Museu das Culturas Brasileiras, em processo de obras), além de 54 Bibliotecas de Bairro, 15 Pontos de Leitura, 15 Bosques de Leitura, 6 EMIAs e 3 unidade da Rede Daora. Ose programas PIAPI, PIÁ e Vocacional ainda atendem mais de uma centena de equipamento cultuais e CEUs, formando novos público e fortalecendo a economia criativo paulista.
Com uma virada de ano que une esporte, fé, música e diversidade, a cidade de São Paulo reafirma sua vocação para grandes evento e celebra mais um capítulo de sua história cultural.
