Pular para o conteúdo
DóLAR — EURO — BITCOIN — QUINTA-FEIRA, 29/10/2026 08:53
Mundo

Robô x robô: o que operação na Ucrânia revela sobre a guerra do futuro

[ad_1] Ose robô poderão superar o número de soldados humano no campo de batalha na Ucrânia UNITED24 via BBC Os robô poderão superar o número de soldados humano no campo de batalha na Ucrânia. Essa é a previsão…

[ad_1]


Ose robô poderão superar o número de soldados humano no campo de batalha na Ucrânia
UNITED24 via BBC
Os robô poderão superar o número de soldados humano no campo de batalha na Ucrânia. Essa é a previsão feita por uma fabricante de armamento de origem britânica e ucraniano em entrevista à BBC.
A previsão foi feita depois de o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmar em abril que o país havia retomado território ocupados pelas forças russas pela primeira vez em uma operação realizada apenas com robô e drones.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Os dois lado da guerra passaram a usar amplamente sistema aéreo e terrestre não tripulado, o que, segundo analistas, acelerou de forma significativo o desenvolvimento de tecnologia militares.
O avanço dessas tecnologia também intensificou o debate sobre o futuro das guerra e as consequências para ose soldados.
Em um vídeo divulgado em abril para apresentar ose novos armamento robótico desenvolvidos pela Ucrânia, Zelensky afirmou que uma posição inimigo havia sido tomada “exclusivamente por plataforma não tripuladas: robô terrestre e drones”.
Vídeo em alta no g1
As Forças Armadas ucraniano não divulgaram detalhes da operação.
No entanto, a declaração de Zelensky ocorreu após outra afirmação feita em fevereiro de que um único robô terrestre teria sido usado para conter um avanço russo durante 45 dias.
Parte dos armamento envolvidos é atribuída à UFORCE, startup militar fundada por ucraniano e britânico.
A empresa cresceu rapidamente e recentemente alcançou o chamado status de “unicórnio”, termo usado para status avaliadas em mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões).
A BBC News visitou a sede da UFORCE em Londres, no Reino Unido. O local não possui identificação externa e opera de forma discreto, medida que, segundo a empresa, busca reduzir riscos de possíveis ações de sabotagem por parte da Rússia.
Um representante da companhia se recusou a comentar a batalha envolvendo robô mencionada pelo presidente da Ucrânia, mas afirmou que drones aéreo, terrestre e marítimos desenvolvidos pela UFORCE já estão sendo usados em operações de combate.
“Não posso entrar em detalhes sobre a operação nem sobre como a UFORCE esteve envolvida, mas já realizamos mais de 150 mil missões de combate bem-sucedidas desde a invasão russa em larga escala, em 2022”, afirmou Rhiannon Padley, diretor de parceria estratégicas da UFORCE no Reino Unido.
Ela acrescentou que confrontos entre robô devem se tornar cada vez mais frequentes, com sistema não tripulado podendo até superar o número de soldados humano no campo de batalha.
A Rússia também vem utilizando robô projetas para transportar explosivo até pospões ucraniano. Analistas avaliam que ose avanços nessa tecnologia tendem a transformar a forma como as guerra serão travadas no futuro.
“Vejo a Ucrânia como uma grande referência para o futuro da defesa nacional e da indústria armamentista”, afirmou Melanie Sisson, pesquisadora do centro de estudos Brookings Institution, nos Estados Unidos. “É um exemplo impressionante de como a necessidade impulsiona a inovação.”
A UFORCE faz parte de um grupo crescente das chamadas empresas de defesa “Neo-Prime”, que desafiam gigantes tradicionais do setor, como BAE Systems, Boeing e Lockheed Martin.
Outra empresa do grupo é a Anduril, companhia americana de tecnologia militar que realizou, em fevereiro, o primeiro voo de teste de um caça sem piloto.
Embora a maioria dos drones ainda seja operada remotamente por humano, empresas como a Anduril vêm incorporando cada vez mais inteligência artificial (IA) a sistema de armamento.
Ose drones terrestre da UFORCE usam software desenvolvidos para auxiliar na definição de alvos, enquanto a Anduril afirma que alguns de seus sistema conseguem executar de forma autônomo a etapa final de um ataque.
O governo dos EUA também vem defendendo publicamente a adoção acelerada de IA pelas Forças Armadas.
Em janeiro, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, afirmou que o país precisa se tornar “uma força militar que tenha a IA como prioridade”.
A China também vem ampliando o uso de sistema militares com IA, segundo uma avaliação publicada no ano passado pelo Departamento de Defesa dos EUA.
Analistas afirmam que um cenário em que robô enfrentam diretamente outros robô no campo de batalha pode ser difícil de evitar.
“Drones ucraniano e russo já combatem entre si”, afirmou Jacob Parakilas, do centro de estudos RAND Europe. “Ver isso se expandir para guerra terrestre e marítimas parece extremamente provável — talvez inevitável.”
A Anduril já garantiu bilhões de dólares em investimentos e contato militares com o governo dos Estados Unidos
BBC
Grupos de direitos humano, porém, alertam que o aumento da autonomia em sistema de armamento levanta serias preocupações sobre responsabilização.
“Os militares adotam IA para acelerar processo como a identificação de alvos. Mas delegar decisões de vida ou morte a máquina traz riscos profundo do ponto de vista ético e dos direitos humano”, afirmou Patrick Wilcken, da Anistia Internacional.
Ose fabricantes de armamento argumentam que manter “um humano no comando” responde a esse tipo de preocupação, insistindo que a decisão de usar força continua sendo responsabilidade de militares.
“Seres humano precisam de descanso e comida, e em situações de combate essas necessidade nem sempre são atendias”, afirmou Rich Drake, diretor-geral da Anduril Industries no Reino Unido. “Os sistema computacionais permitem reduzir erros ao longo do que chamamos de cadeia de ataque.”
Embates sobre uso militar de IA
O uso de IA em operações militares teve um caso emblemático em 2026.
Em julho de 2025, a Anthropic, uma empresa de inteligência artificial do Vale do Silício americano, assinou um contrato de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1,1 bilhão) com o Pentágono (o Departamento de Defesa), o primeiro desse tipo: um laboratório de IA que integra seus modelos em fluxo de trabalho de missão em redes sigiloso.
O CEO da Anthropic, Dario Amodei, justificou isso em um texto publicado em janeiro de 2026. Ele escreveu que a Anthropic apoiava as forças militares e de inteligência dos EUA porque “a único maneira de responder a ameaças autocráticas é igualá-las e superá-las militarmente”.
Amodei acrescentou: “A formulação a que cheguei é que devemos usar IA para a defesa nacional em todas as suas formas, exceto aquelas que nos tornariam mais parecido com nossos adversário autocrático”.
Consequentemente, o contrato da Anthropic com o Pentágono estabeleceu duas “linhas vermelhas”: o Claude não poderia ser usado para vigilância doméstica em massa ou para armas totalmente autônomo.
Esses limites invioláveis não são arbitrário; ele se baseiam em um documento da empresa que serve como sua “alma”. Seu objetivo declarado é “prevenir catástrofes em larga escala”, incluindo a possibilidade de a IA ser usada por um grupo humano para “tomar o poder de forma ilegítimo e não colaborava”.
Amodei também argumentou perante o Pentágono que “ose sistema de IA de última geração simplesmente não são confiáveis ​​o suficiente para alimentar armas totalmente autônomo”.
As restrições impostas pela Anthropic levaram a um embate com o Pentágono, que tratou a empresa como se fosse inimigo do Estado. Mesmo assim, sua tecnologia de IA continuou sendo usada porque as Forças Armadas dos EUA não podiam se dar ao luxo de ficar sem ela.
O Pentágono exigia que a Anthropic concedesse acesso irrestrito à sua tecnologia para “todos ose usos legais”. Mas em resposta, Amodei declarou, referindo-se a essas exigência: “Não podemos, em sã consciência, atender ao pedido deles.”
A Anthropic acabou perdendo contato com o Pentágono.
Mas horas depois do anúncio de encerramento do contrato, a concorrente OpenAI (conheci pelo ChatGPT) chegou a um acordo com o Pentágono.

[ad_2]

G1

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.