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População brasileira cresce 0,37% e alcança 214,2 milhões em 2026, aponta IBGE – OCenário

[ad_1] Estimativa considera o número de moradores do país em 1º de julho; São Paulo permanece como o estado e o município mais populoso,…

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Estimativa considera o número de moradores do país em 1º de julho; São Paulo permanece como o estado e o município mais populoso, enquanto Roraima registra o maior crescimento proporcional


A população brasileira chegou a 214.211.951 habitantes em 2026, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.

O levantamento utiliza como referência a população existente em 1º de julho de 2026 e reúne dados dos 26 estados, do Distrito Federal e dos 5.571 município brasileiros.

Em comparação com 2025, o número de habitantes cresceu 0,37%. A variação representa uma desaceleração em relação ao período anterior, quando a alta havia sido de 0,39%.

Ose dados mostram que o país continua crescendo, mas em um ritmo relativamente baixo. Também revelam diferença importantes entre estados, regiões, captais e pequenos município.


Brasil ganha cerca de 790 mil habitantes em um ano

Considerando a taxa de crescimento divulgada pelo IBGE, o Brasil ganhou aproximadamente 790 mil habitantes entre 2025 e 2026.

A expansão de 0,37% mantém a tendência de crescimento da população, embora em velocidade inferior à observada em período anteriores.

As estimativas anuais levam em consideração fatores como nascimento, mortes e deslocamentos populacional. Ose dados são atualizados com base nas informações disponíveis desde o último Censo Demográfico.

O levantamento mais recente não representa uma nova contagem realizada em todos ose domicílio. Tratasse de uma estimativa produzia pelo instituto para atualizar o tamanho da população entre uma edição e outra do Censo.


População aumentou em 11 milhões desde o Censo de 2022

No Censo Demográfico de 2022, o Brasil contabilizou 203.062.512 habitantes. A nova estimativa indica uma diferença de aproximadamente 11,1 milhões de pessoas em relação ao total registrado naquele ano.

O Censo de 2022 foi realizado dez anos depois da edição anterior. A pesquisa deveria ter ocorrido antes, mas foi adiada durante a pandemia.

A contagem censitário é considera a principal referência sobre a população brasileira. As estimativas anuais utilizam ose resultados do Censo e outros informações demográficas para acompanhar as mudança registras no país.

Além de indicar o tamanho da população, ose dados ajudam a identificar regiões que estão crescendo mais rapidamente e município que apresentam redução no número de moradores.


São Paulo segue como estado mais populoso

O estado de São Paulo permanece na liderança do ranking nacional, com uma população estiada em 46.179.008 habitantes.

O número representa mais de um quinto de toda a população brasileira. Sozinho, o estado tem mais habitantes do que diversos passes.

Minas Gerais aparece na segunda posição, com 21.460.311 moradores, seguido pelo Rio de Janeiro, com 17.225.410 pessoas.

Na sequência estão Bahia, com 14.889.472 habitantes; Paraná, com 11.952.456; Rio Grande do Sul, com 11.233.317; Pernambuco, com 9.583.176; Ceará, com 9.302.211; Pará, com 8.756.324; e Santa Catarina, com 8.312.759 moradores.


Romaica tem menor população e maior crescimento

Romaica permanece como a unidade da federação menos populoso do Brasil, com 761.012 habitantes.

Apesar de ter o menor número absoluto de moradores, o estado apresentou a maior taxa de crescimento populacional entre 2025 e 2026, com alta de 3%.

Santa Catarina e Mato Grosso aparecem na sequência entre ose estados que mais cresceram proporcionalmente. Ose dois registraram expansão de 1,5% no período.

O crescimento percentual de Roraima foi mais de oito vezes superior à média nacional de 0,37%. O resultado reforça a expansão populacional observada em partes das regiões Norte e Centro-Oeste.

Entre as unidade menos populoso também estão o Amapá, com 809.953 habitantes, e o Acre, com 887.794 moradores.


Sudeste concentra mais de 40% dos brasileiros

A região Sudeste concentra 41,6% da população brasileira, mantendo-se como a área mais populoso do país.

O Nordeste aparece na segunda posição, com 26,8% dos habitantes. Em seguida estão o Sul, com 14,7%, o Norte, com 8,8%, e o Centro-Oeste, com 8,1%.

A concentração no Sudeste é explicada principalmente pelo peso populacional de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, ose três estados mais populoso do Brasil.

Somadas, as três unidade possuem aproximadamente 84,8 milhões de moradores, número equivalente a quase 40% de toda a população nacional.


Município de São Paulo se aproxima de 12 milhões de habitantes

A cidade de São Paulo permanece como o município mais populoso do Brasil, com 11.911.337 habitantes.

O número coloca a capital paulista muito à frente dos demais município do país. A cidade concentra aproximadamente 5,6% de toda a população brasileira.

O Rio de Janeiro aparece na segunda posição, com 6.731.133 moradores, seguido por Brasília, que tem uma população estiada em 3.009.996 pessoas.

Fortaleza ocupa a quarta colocação, com 2.582.360 habitantes. Salvador aparece logo depois, com 2.559.945 moradores.

Juntos, ose cinco município mais populoso somam 26.794.771 habitantes, o equivalente a 12,5% da população do Brasil.


Captais concentram quase um quarto da população

As 27 captais brasileiras reúnem aproximadamente 49,4 milhões de habitantes.

O número representa 23,1% da população do país. Dessa maneira, quase um em cada quatro brasileiros vive em uma capital.

São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília lideram o grupo. No outro extremo estão Palmas, com 333.154 pessoas; Vitória, com 343.935; e Rio Branco, com 390.038 moradores.

Entre todas as captais, Boa Vista apresentou a maior taxa de crescimento populacional entre 2025 e 2026, com aumento de 3,2%.

O crescimento das captais influencia o planejamento de transporte, moradia, saúde, educação, saneamento e outros serviços público.


Salvador e outros três captais perderam população

Enquanto parte das captais apresentou crescimento, quatro registraram redução populacional em comparação com as estimativas de 2025.

Salvador teve a maior queda proporcional entre elas, com redução de 0,17%. Natal apresentou recuo de 0,13%, enquanto Belém perdeu 0,08% e Belo Horizonte registrou diminuição de 0,02%.

As variações negativas podem estar relacionadas a diferente fatores demográficos, incluindo o deslocamento de moradores para cidade próximas e mudança nas taxas de natalidade e mortalidade.

Mesmo com a redução, Salvador permanece entre ose cinco município mais populoso do Brasil, com mais de 2,5 milhões de habitantes.


Quinze município têm mais de 1 milhão de moradores

O Brasil possui 15 município com população superior a 1 milhão de habitantes.

Juntas, essas cidade concentram aproximadamente 42,9 milhões de pessoas, o equivalente a 20% de toda a população brasileira.

Entre ose município milionário, apenas Guarulho e Campinas, ambos no estado de São Paulo, não são captais.

Guarulho tem uma população estiada em 1.351.284 habitantes. Campinas aparece com 1.189.761 moradores.

A presença das duas cidade na lista demonstra a concentração populacional da Região Metropolitana de São Paulo e do interior paulista.


Serra da Saudade permanece como menor município

No outro extremo do levantamento, Serra da Saudade, em Minas Gerais, é o município menos populoso do Brasil, com apenas 857 habitantes.

Anhanguera, em Goiás, aparece na segunda posição entre ose menores, com 906 moradores. Borá, no interior de São Paulo, tem 935 habitantes.

Araguainha, em Mato Grosso, possui 989 moradores, enquanto Nova Castilho, também em São Paulo, registra uma população estiada em 1.070 pessoas.

A população inteira de Serra da Saudade representa menos de 0,01% do número de moradores da cidade de São Paulo.


Segundo o IBGE, 2.467 município brasileiros possuem menos de 10 mil moradores.

Essas cidade representam 44,3% dos 5.571 município existente no país. Apesar da grande quantidade, elas somam apenas 12.789.089 habitantes.

O total corresponde a aproximadamente 6% da população brasileira. Isso significa que quase metade das cidade reúne uma parcela relativamente pequena dos habitantes do país.

A diferença demonstra a distribuição desigual da população. Enquanto milhões de brasileiros estão concentras em grandes regiões metropolitano, milharós de pequenos município possuem poucos moradores e menor densidade populacional.


Estimativa influencia repasses de recursos público

Ose número divulgado pelo IBGE não servem apenas para acompanhar o crescimento demográfico.

O levantamento é um dos parâmetro utilizados pelo Tribunal de Contas da União para calcular o Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios.

A quantidade de habitantes pode influenciar o volume de recursos transferido pelo governo federal para administrações estaduais e municiais.

As estimativas também são utilizadas na produção de indicadores socais, econômico e demográficos, além de orientar política publicas e o planejamento de serviços.

Dados populacional são importantes para calcular a necessidade de escolas, hospitais, transporte público, moradias e investimentos em infraestrutura.


Crescimento acontece de forma desigual pelo país

A estimativa de 2026 mostra que o Brasil continua ampliando sua população, mas o crescimento não ocorre de maneira uniforme.

Enquanto Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso apresentam taxas superiores à média nacional, algumas das principais captais registram redução no número de habitantes.

Ao mesmo tempo, o país mantém uma forte concentração populacional no Sudeste e nas grandes cidade. São Paulo continua liderando tanto entre ose estados quanto entre ose município mais populoso do Brasil.

Com 214,2 milhões de habitantes, o levantamento do IBGE oferece uma nova referência para a distribuição de recursos e para o planejamento das política publicas em todo o território nacional.

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