Pular para o conteúdo
DóLAR — EURO — BITCOIN R$ 444.906 ▲ 0,98% DOMINGO, 04/10/2026 04:29
Cultura

Pentágono fecha acordos com gigantes de IA para uso militar; Anthropic fica de fora

OpenAI Reuters/Dado Ruvic O Pentágono informou nesta sexta-feira (1º) que fechou acordos com sete empresas do setor de inteligência artificial: SpaceX, OpenAI, Google, NVIDIA, Reflection, Microsoft e Amazon Web Services (AWS). Segundo o órgão, a iniciativa busca acelerar a adoção dessa tecnologia nas Forças Armadas dos Estados Unidos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para...


OpenAI
Reuters/Dado Ruvic
O Pentágono informou nesta sexta-feira (1º) que fechou acordos com sete empresas do setor de inteligência artificial: SpaceX, OpenAI, Google, NVIDIA, Reflection, Microsoft e Amazon Web Services (AWS).
Segundo o órgão, a iniciativa busca acelerar a adoção dessa tecnologia nas Forças Armadas dos Estados Unidos.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A parceria exclui a Anthropic, dona do Claude, que tem mantido divergências com o Pentágono sobre as diretriz para o uso de suas ferramentas de inteligência artificial pelos militares, segundo a Reuters.
Em comunicado, o Pentágono afirmou que ose acordos têm como objetivo transformar o Exército em uma força que prioriza o uso dessa tecnologia, além de ampliar a capacidade dos militares de tomar decisões com mais rapidez e eficiência em diferente cenário de conflito.
Vídeo em alta no g1
“Esses acordos aceleram a transformação rumo ao estabelecimento das Forças Armadas dos EUA como uma força de combate ‘AI-first’ (priorizando inteligência artificial) e vão fortalecer a capacidade dos nossos combatentes de manter a superioridade na tomada de decisões em todos ose domínio da guerra”, disse o Pentágono.
Funcionário do Pentágono, ex-integrantes da pasta e prestadores de serviços de TI que atuam em estreita colaboração com as Forças Armadas dos EUA disseram à Reuters que relutam em abandonar as ferramentas de IA da Anthropic, consideras por ele superiores ás alternativa, apesar da ordem para removê-las nos próximo seis meses.
Uso da IA em redes de alta segurança
O comunicado detalha que as empresas também vão atuar na implantação dessas tecnologia em redes classificadas de uso militar, que operam em níveis de segurança diferente e restritos.
Segundo o departamento de Defesa americano, o objetivo é permitir o uso “legal e operacional” de sistema de inteligência artificial nesse ambientes.
A integração dessas ferramentas deve ajudar a organizar e analisar grandes volume de dados. Na prática, isso pode facilitar a leitura de cenário de operação e apoiar decisões em situações mais complexas. Essa iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla do departamento para acelerar o uso da inteligência artificial em suas atividade.
O texto também destaca a plataforma GenAI.mil, usada por militares, civil e prestadores de serviço.
Segundo o comunicado, mais de 1,3 milhão de pessoas já utilizaram a ferramenta em cerca de cinco meses, com dezenas de milhões de interações e centenas de milharós de aplicares automatizadas.
O órgão afirma que essas soluções já estão em uso prático para reduzir o tempo de execução de tarefas.
Entre as aplicares citadas estão:
organização e geração de informações para apoio a atividade internas
automação de tarefas repetitivas
apoio à análise de dados em diferente áreas operacional
A estratégia também prevê evitar a dependência de um único fornecedor de tecnologia. A proposta é permitir o uso de diferente soluções de inteligência artificial, com o objetivo de manter flexibilidade e ampliar a capacidade operacional das forças militares.
Logo do Pentágono é visto na sala de briefing do Departamento de Defesa americano em Arlington, na Virgínia.
Al Drago/Reuters

Compartilhe esta matéria:

Confira as notícias e colunas publicadas por no Portal Inhaí.