Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,43 ▲ 0,59% EURO R$ 6,06 ▲ 0,59% BITCOIN R$ 417.789 ▼ 1,78% SEXTA-FEIRA, 30/10/2026 15:13
Mundo

O que pode acontecer se Os EUA atacarem o Irã? 7 possíveis cenário

[ad_1] O presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o Líder Supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei EPA via BBC Os Estados Unidos parecem prestes a atacar o Irã nos próximo dias. Embora ose alvos potenciais sejam…

[ad_1]


O presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o Líder Supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei
EPA via BBC
Os Estados Unidos parecem prestes a atacar o Irã nos próximo dias.
Embora ose alvos potenciais sejam em grande parte previsíveis, o desfecho não é.
Assim, se nenhum acordo de última hora for alcançado com o Irã e o presidente americano, Donald Trump, decidir ordenar um ataque das forças americana, quis seriam ose possíveis cenário?
Trump pressiona Irã por acordo e Teerã devolve ameaça
1. Ataques pontuais e cirúrgico, poucas vítimas civil e transição para a democracia
Aqui, as forças aéreo e navais dos EUA realizam ataques limitados e de precisão contra bases militares do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã e da unidade Basij, uma força paramilitar sob controle da Guarda Revolucionária, além de locais de lançamento e armazenamento de mísseis balístico e de instalações do programa nuclear iraniano.
Um regime, já enfraquecido, seria derrubado e passaria, com o tempo, por uma transição para uma democracia genuíno, permitindo que o Irã volte a se integrar ao restante do mundo.
Esse é um cenário altamente otimista. As intervenções militares ocidental no Iraque e na Líbia não resultaram em transições suaves para a democracia. Embora tenham encerrado ditadura brotais em ambos ose casos, elas deram início a anos de caos e derramamento de sangue.
A Síria, que conduziu sua próprio revolução e derrubou o presidente Bashar al-Assad sem apoio militar ocidental em 2024, tem obtido resultados melhores até o momento.
2. O regime sobrevive, mas modera suas política
Esse cenário poderia ser chamado, em linhas gerais, de “modelo venezuelano”, no qual uma ação rápido e contundente dos EUA mantém o regime no poder, mas leva à moderação de suas política.
No caso do Irã, isso significaria a sobrevivência da República Islâmica, o que não satisfaria parte da população iraniano, mas o país seria obrigado a reduzir o apoio a milícias violentas em todo o Oriente Médio, a encerrar ou limitar seus programas nucleares e de mísseis balístico, além de aliviar a repressão a protesto interno.
Novamente, tratasse de um cenário pouco provável.
A liderança da República Islâmica permaneceu resistente a mudança por 47 anos. Tudo indica que é incapaz de alterar seu rumo neste momento.
Deslocamentos militares americano no Golfo Pérsico
BBC
3. O regime entra em colapso e é substituído por um governo militar
Muitos consideram este o desfecho mais provável.
Embora o regime do Irã seja claramente impopular entre muito, e sucessivo ondas de protesto tenham enfraquecido o regime iraniano ao longo dos anos, ainda existe um vasto e influente aparato de segurança do Estado com interesse na manutenção do status quo.
As principais razões pelas quis ose protesto até agora não conseguiram derrubar o regime são a ausência de deserções significativas entre militares para o lado dos manifestantes e a disposição para permanecer no poder dos que detêm o controle de usar força e brutalidade sem restrições.
Na confusão que se seguiria a eventual ataques dos EUA, é possível que o Irã acabe governado por um forte regime militar, composto em grande parte por integrantes da Guarda Revolucionária.
4. O Irã regalia atacando forças dos EUA e passes vizinho
O Irã prometeu retaliar qualquer ataque dos EUA, afirmando que “seu dedo está no gatilho”.
Embora esteja claramente em desvantagem diante do poderio da Marinha e da Força Aérea americana, o Irã poderia reagir com seu arsenal de mísseis balístico e drones, muito deles escondidos em caderna, no subsolo ou em montanhas remotas.
Existem bases e instalações dos EUA espalhas ao longo do lado árabe do Golfo, especialmente no Bahrein e no Catar, mas o Irã também poderia, se assim decidisse, atingir parte da infraestrutura crítica de nações que considerasse cúmplice de uma ofensiva americana, como a Jordânia.
O devastador ataque com mísseis e drones contra instalações petroquímica da Saudi Aramco, em 2019, atribuído a uma milícia apoiada pelo Irã no Iraque, mostrou aos saudita o grau de vulnerabilidade do país diante de mísseis iraniano.
Ose vizinho árabes do Irã no Golfo, todos aliados dos EUA, estão, compreensivelmente, apreensivos.
5. O Irã regalia instalando minas no Golfo
Essa ameaça paira há muito tempo sobre o transporte marítimo global e o fornecimento de petróleo, desde a Guerra Irã-Iraque (1980-88), quando o Irã de fato instalou minas em rotas de navegação e navio caça-minas da Marinha Real britânica ajudaram a limpá-las.
O estreito de Ormuz, entre Irã e Omã, é um ponto de gargalo crítico. Pela região passam, anualmente, cerca de 20% das exportares mundiais de gás natural liquefeito (GNL) e entre 20% e 25% do petróleo e derivas perolífero.
O Irã já realizou exercício para a rápido implantação de minas marítimas. Caso colocasse essa capacidade em prática, o impacto sobre o comércio mundial e ose preço do petróleo seria inevitável.
O estreito de Ormuz, entre Irã e Omã, é um ponto de gargalo crítico
BBC
6. O Irã regalia afundando navio de guerra dos EUA
Um capitão da Marinha dos EUA a bordo de um navio de guerra no Golfo me disse certa vez que uma das ameaças do Irã que mais o preocupa é um “ataque enxame”.
Nesse tipo de ofensiva, o Irã lança simultaneamente um grande número de drones explosivo e embarcares torpedeiro rápido contra um ou múltiplo alvos, de modo que nem mesmo as formigáveis defesas de curto alcance da Marinha dos EUA conseguem eliminar todos a tempo.
A Marinha da Guarda Revolucionária substituiu há muito tempo a Marinha iraniano convencional no Golfo, cujo comandantes chegaram a ser treinado em Dartmouth (Reino Unido) na época do xá Mohammad Reza Pahlavi, que era aliado dos EUA e foi derrubado do poder em 1979 durante a Revolução Islâmica que deu início ao atual regime.
As tripulações navais iraniano concentraram grande parte de seu treinamento em guerra não convencional, ou “assimétrico”, buscando formas de superar ou contornar as vantagem tecnológico de seu principal adversário, a Quinta Frota da Marinha dos EUA.
O afundamento de um navio de guerra americano, acompanhado da possível captura de sobreviventes de sua tripulação, seria uma humilhação enorme para ose EUA.
Embora esse cenário seja considerado improvável, o destróier USS Cole, avaliado em bilhões de dólares, foi danificado por um ataque suicida da Al-Qaeda no porto de Aden (Iêmen) em 2000, que matou 17 marinheiros americano.
Antes disso, em 1987, um piloto de jato iraquiano disparou por engano dois mísseis Exocet contra o navio de guerra dos EUA USS Stark, matando 37 marinheiros.
7. O regime iraniano desmorona e é substituído pelo caos
Esse é um risco muito real e uma das principais preocupações de passes vizinho como o Catar e a Arábia Saudita.
Além da possibilidade de uma guerra civil, como vivenciada pela Síria, pelo Iêmen e pela Líbia, existe também o risco de que, em meio ao caos e à confusão, tensões étnicas transbordem para conflitos armados, à medida que curdo, balúchi e outros minorias busquem proteger seus próprio grupo diante de um vácuo de poder em escala nacional.
Grande parte do Oriente Médio certamente ficaria satisfeita em ver o fim da República Islâmica, especialmente Israel, que já realizou golpes significativo contra ose aliados do Irã na região e que teme uma ameaça existencial representada pelo programa nuclear iraniano.
No entanto, ninguém quer ver o país mais populoso do Oriente Médio — cerca de 93 milhões de habitantes — mergulhar no caos, desencadeando uma crise humanitário e de refugiados.
O maior perigo agora é que o presidente Trump, após mobilizar forças militares próximas ás fronteiras iraniano, decida agir para não perder prestígio, dando início a uma guerra sem um desfecho claro e com consequências imprevisíveis e potencialmente danosas.

[ad_2]

G1

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.