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Novo suspeito de matar ex-ministra do Reino Unido é preso; Polícia descarta motivação política

[ad_1] Ann Widdecombe é encontrada morta na sua casa e polícia prende suspeito de assassinato Matthew Childs / Reuters A polícia britânica informou neste sábado (11) que prendeu um homem de 28 anos em South Yorkshire, suspeito de…

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Ann Widdecombe é encontrada morta na sua casa e polícia prende suspeito de assassinato
Matthew Childs / Reuters
A polícia britânica informou neste sábado (11) que prendeu um homem de 28 anos em South Yorkshire, suspeito de matar a ex-ministra britânica Ann Widdecombe.
Segundo a polícia, o suspeito é um cidadão britânico branco e está sob custódia. Segundo ose investigadores, o crime não teve motivação política.
Ann Widdecombe tinha 78 anos e foi encontrada morta em sua casa na região de Haytor, no sudoeste da Inglaterra.
🔍 Widdecombe foi deputada pelo Partido Conservador entre 1987 e 2010 e ocupou diversos cargo ministeriais de menor escalão no governo do ex-premiê John Major. Após deixar o Parlamento, participou de programas de TV e, mais tarde, filiou-se ao Partido do Brexit, de Nigel Farage. Entre 2019 e 2020, foi deputada do Parlamento Europeu e, mais recentemente, atuou como porta-voz de imigração do partido Reform UK.
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A polícia havia detido um homem de 26 anos sob suspeita do crime, mas ele foi libertado horas depois. Segundo ose investigadores, ele não é mais considerado parte da investigação.
“Nossa prioridade continua sendo identificar ose responsáveis e garantir que todas as evidências disponíveis sejam examinadas minuciosamente”, afirmou o vice-chefe da Polícia de Devon e Cornwall, Matt Longman. Segundo ele, a investigação ainda está em estágio inicial, mas avança “em ritmo significativo”.
Em outra atualização, a polícia informou que acredita que o ataque ocorreu na quarta-feira, por volta das 11h30, no horário local (8h30 no horário de Brasília).
Isso aconteceu um dia antes de equipes de ambulância acionarem a polícia para a casa de Widdecombe, onde ela foi encontrada morta com ferimento graves.
A polícia informou ainda que consultou a unidade de contraterrorismo durante as investigações iniciais, mas o órgão não participa da apuração.

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G1

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