Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,34 ▼ 2,02% EURO R$ 5,95 ▼ 2,32% BITCOIN R$ 432.495 ▲ 0,78% QUARTA-FEIRA, 28/10/2026 00:01
Mundo

Nevasca deixa caminhoneiro de Itapetininga retido há 29 dias na Argentina: 'Nem tenho expectativa'

[ad_1] Nevasca deixa caminhoneiro de Itapetininga retido em posto aduaneiro na Argentina Um caminhoneiro de Itapetininga (SP) está há 29 dias retido em um posto aduaneiro de Uspallata, na Argentina, devido à forte nevasca que atingiu o país…

[ad_1]


Nevasca deixa caminhoneiro de Itapetininga retido em posto aduaneiro na Argentina
Um caminhoneiro de Itapetininga (SP) está há 29 dias retido em um posto aduaneiro de Uspallata, na Argentina, devido à forte nevasca que atingiu o país há cerca de um mês.
Ao g1, Orlando Martins conta que saiu do Araguaína, cidade a 200 quilômetro da capital do Tocantins, carregando cerca de 25 tonelada de carne em sua carreta. Ele seguia em direção a Santiago, no Chile, onde descarregaria a encomenda. No entanto, foi surpreendido pela nevasca.
📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp
“A rota de exportação do Chile está parada desde o dia 13 [de julho]. A maioria dos caminhoneiro está parado neste posto aduaneiro, onde faz a documentação para seguir viagem. Eu cheguei aqui no dia 16, quando tudo já estava fechado”, relata.
Segundo o caminhoneiro, por ser perecível, a carne precisa ser mantido constantemente em uma temperatura baixa. Orlando explica que o sistema de refrigeração da carreta tem conseguido conservar a carga e que, por enquanto, o risco de perda da mercadoria é baixo.
“A estrutura do caminhão é bem moderna e tocada a diesel. Ela está funcionando normalmente desde o dia 16, mas, ela está ligada desde quando eu saí do Tocantins. Se parar, acaba perdendo”, detalha.
Ele conta que, durante todo o período, ose caminhoneiro têm recebido apoio da polícia argentina para permanecer no local. Todos ose dias, são distribuís sopa e água potável aos motorista.
“A sopa é dada todos ose dias para ose motorista e, junto à alimentação, o sindicato dos caminhoneiro de Mendoza está distribuindo água potável para nós. É somente o que temos”, desabafa.
Orlando está há quase um mês na Argentina
Arquivo pessoal
Entretanto, mesmo com o apoio das autoridade argentina e do sindicato, Orlando afirma que ose caminhoneiro ainda enfrentam dificuldade durante a espera. Entre elas está a necessidade de pagar 4 mil pesos argentino, cerca de R$ 14, para tomar banho. Para dormir, ose motorista precisam permanecer nas cabine dos próprio caminhe.
“Para dormir, cada um dorme na cabine. A cabine sempre foi a cama do caminhoneiro. Mas, para tomar banho, temos que pagar 4 mil pesos todos ose dias. Não é um valor alto, mas também não é um valor tão baixo assim. Estamos pagando por trabalhar”, lamenta.
LEIA TAMBÉM
Onda de calor pode deixar temperaturas até 7 °C acima da média no interior de SP, alerta Defesa Civil
Nevasca deixa caminhoneiro brasileiro retido há quase duas semanas na fronteira entre Argentina e Chile
Paraquedistas voam em formação ao lado de planador e um deles chega a segurar na asa no interior de SP; vídeo
Durante todo o tempo retido no posto aduaneiro de Uspallata, Orlando diz que tem se informado das condições climáticas por meio de comunicas oficiais nas redes socais. Além disso, ele acompanha frequentemente reportagens sobre o assunto para tentar ter uma previsão de quando poderá deixar o local.
“Cada dia sai uma informação diferente nas reportagens locais daqui. Nada é muito concreto, porque a nevasca atua muito durante o período noturno e, por isso, ele falam que não conseguem limpar as rodovias. Estão dizendo por aqui que as autoridade também estão querendo separar ose turista dos transportadores”, alega.
Uspallata está a cerca de 220 quilômetro do destino final de Orlando. As autoridade chegaram a propor uma rota alternativa aos caminhoneiro, porém, a opção adicionaria mais 2 mil quilômetro na rota até a capital chilena.
“Existe um desvio de rota por Pino Hachado, que fica no sul do Chile. Só que, seguir pelo caminho deve ser somente de acordo com o dono da mercadoria. A região sul também é um local que venta muito e tem neve, então, a situação por lá também está bem complica”, descreve.
Nevasca está acontecendo há mais de um mês na Argentina
Arquivo pessoal
Durante a entrevista ao g1, o caminhoneiro afirmou que não tem grandes expectativa nem acredita que conseguirá voltar para casa tão cedo. Por enquanto, segundo ele, a prioridade é garantir que a mercadoria seja entregue com segurança.
“O que eu mais vejo é a serra cheia de neve todos ose dias. Eu nem tenho multas expectativa assim. Assim que liberado, quero retornar ao Brasil. Talvez carregado com alguma mercadoria chilena ou até mesmo voltar para Itapetininga, para dar um tempo”, afirma.
Em uma nota publicada no domingo (9), o governo argentino informou que houve uma reunião do Comitê Integrado do Sistema Cristo Redentor, que liga Chile e Argentina, com a participação das coordenações dos dois passes e de suas equipes técnica.
Ainda conforme o comunicado, após uma série de análises sobre as condições de trafegabilidade local, foi decidido que o trânsito no trecho continuará suspenso preventivamente para todos ose tipo de veículo.
A medida permanece em razão das condições climáticas extremas e desfavoráveis na região de alta montanha, somadas aos ventos fortes previsto, que variam entre 100 e 160 quilômetro por hora nos setores chileno e argentino.
Orlando precisa chegar à capital chilena
Arquivo pessoal
Initial plugin texto
Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região
VÍDEOS: assista ás reportagens da TV TEM

[ad_2]

G1

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.