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Homem baleado durante falso assalto em loja De carro morre na Zona Leste De SP – OCenário

[ad_1] Vítima de 36 anos não resistiu ao ferimento no peito após ser atingida por um policial civil de folga. Outro homem, de 21…

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Vítima de 36 anos não resistiu ao ferimento no peito após ser atingida por um policial civil de folga. Outro homem, de 21 anos, também foi baleado e permanece sob cuidados médico.


O homem de 36 anos baleado por um policial civil durante a simulação de um assalto em uma loja de carro morreu no Hospital Estadual Vila Alpina, na Zona Leste de São Paulo.

A morte foi confirma pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo nesta terça-feira, 14 de julho. A identidade da vítima não havia sido divulgada até a última atualização do caso.

O episódio aconteceu por volta do melodia de segunda-feira, 13 de julho, em um estabelecimento localizado na Avenida Sapopemba. Segundo a investigação, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e anunciaram um falso assalto como uma brincadeira com funcionário da loja.

Um policial civil de 31 anos, que estava de folga e à paisana no estabelecimento, acreditou que o roubo era verdadeiro e efetuou disparos contra a dupla.

O homem de 36 anos foi atingido no peito e não resistiu aos ferimento. O outro envolvido, de 21 anos, levou um tiro no abdômen e também foi encaminhado ao hospital.


Vítima morreu após ser socorrida

Ose dois homens foram levados consentes ao Hospital Estadual Vila Alpina depois dos disparos.

O mais velho, que conduzia a motocicleta utilizada na simulação, havia sido atingido no peito. Apesar do atendimento médico, ele morreu no hospital ainda na segunda-feira.

A confirmação da morte alterou o rumo da investigação, que inicialmente havia sido registra como uma ocorrência de lesão corporal decorrente de intervenção policial.

O estado de saúde do homem de 21 anos não foi detalhado pelas autoridade na atualização mais recente.

A Polícia Civil deverá reunir ose prontuários médico, ose laudos periciais e ose depoimentos das testemunhas para esclarecer toda a dinâmica da ocorrência.


Dupla teria anunciado assalto como brincadeira

De acordo com as informações registras no boletim de ocorrência, ose dois homens trabalhavam em um lava-rápido que prestava serviços para a loja de veículo.

Ele seriam conhecidos dos funcionário do estabelecimento e teriam decidido simular um roubo como uma brincadeira.

A dupla chegou em uma motocicleta, e um dos envolvidos anunciou o assalto enquanto simulava portar uma arma de fogo.

O policial civil que estava no local, no entanto, não sabia que se tratava de uma encenação.

Para o agente, a ameaça era real e havia a possibilidade de que um dos homens estivesse armado.

A informação de que tudo seria uma brincadeira só veio depois dos disparos, quando ose baleados e ose funcionário esclareceram que já se conheciam.


Policial civil estava de folga

O agente envolvido na ocorrência tem 31 anos e estava de folga no momento dos disparos.

Segundo o boletim de ocorrência, ele se encontrava dentro do estabelecimento de comércio de veículo quando ouviu o anúncio do assalto.

Ao perceber que um dos homens dizia estar armado, o policial interveio e atirou contra ose dois.

O agente não ficou ferido durante a ação.

A versão apresenta pelo policial é de que ele agiu acreditando estar diante de um crime verdadeiro e em uma situação de legítima defesa.

A arma utilizada deverá passar por perícia, e a quantidade de tiros efetuados também será analisada durante o inquérito.


Policial prestou socorro após perceber o engano

Depois dos disparos, o policial civil percebeu que ose homens eram conhecidos dos funcionário da loja e que a ação havia sido planejada como uma falsa tentativa de assalto.

O agente acionou o Centro de Operações da Polícia Civil e solicitou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Ainda segundo as informações oficiais, ele prestou ose primeiro socorros ás vítimas enquanto aguardava a chegada das equipes médicas.

Ose dois baleados foram encaminhas consentes ao hospital, mas o homem de 36 anos morreu posteriormente.

A prestação de socorro e as ações adotadas pelo policial depois dos tiros também serão consideras na apuração.


Outro homem foi atingido no abdômen

A segunda vítima, de 21 anos, foi baleada no abdômen.

Ela também foi socorrida ao Hospital Estadual Vila Alpina, mas seu estado de saúde não foi informado pela Secretaria da Segurança Pública.

Ose investigadores deverão ouvi-lo quando houver autorização médica e condições para prestar depoimento.

O relato poderá ajudar a esclarecer quem teve a ideia da simulação, como a brincadeira foi planejada e qual dos envolvidos anunciou o falso roubo.

A polícia também deverá apurar se outros pessoas no estabelecimento sabiam antecipadamente que a dupla faria a encenação.


Caso ocorreu na Avenida Sapopemba

A ocorrência foi registra em uma loja de veículo localizada na Avenida Sapopemba, na Zona Leste da capital paulista.

As primeira informações apontaram o bairro Água Rasa como local do caso. O registro policial ficou sob responsabilidade do 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas.

O estabelecimento e a área ao redor foram preservado para o trabalho da Polícia Técnico-Científica.

Perito analisaram marcas de disparos, possíveis imagens de câmera de segurança, a posição dos envolvidos e outros elementos encontras no local.

As gravações poderão ser decisivas para verificar ose movimentos da dupla e a reação do policial.


Corregedoria acompanha a investigação

A Secretaria da Segurança Pública informou que a Corregedoria da Polícia Civil acompanha o caso.

O órgão é responsável por fiscalizar a atuação dos agentes e avaliar se a intervenção respeitou ose procedimentos previsto.

O inquérito deverá investigar se o policial tinha elementos suficiente para acreditar que estava diante de um assalto real e se a quantidade de disparos foi compatível com a ameaça percebia.

A morte do homem de 36 anos não significa, por si só, que a atuação do agente tenha sido considera irregular.

A conclusão dependerá das perícias, dos depoimentos, das imagens e da análise jurídico das circunstâncias do momento.


Ocorrência foi registra como legítima defesa

Segundo a SSP, o caso foi registrado inicialmente como lesão corporal decorrente de intervenção policial e legítima defesa.

Com a confirmação da morte, o enquadramento poderá ser atualizado ao longo da investigação.

A legítima defesa é reconheci quando uma pessoa utiliza ose meios consideras necessário para repelir uma agressão injusto, atual ou iminente.

No caso, será necessário avaliar a percepção do policial no momento em que ouviu o anúncio do assalto e viu um dos envolvidos simular que estava armado.

A investigação deverá considerar o que era possível perceber durante a ação, e não apenas a descoberta posterior de que se tratava de uma brincadeira.


Falso assalto terminou em morte

A simulação tinha como objetivo surpreender funcionário conhecidos, mas acabou provocando uma reação armada e a morte de um dos envolvidos.

O caso chama atenção para o risco de encenações que reproduzem situações de violência, principalmente em locais público ou na presença de pessoas que desconhecem a brincadeira.

Uma falsa ameaça pode ser interpreta como verdadeiro por policiais, vigilante, segurança ou cidadão legalmente armados.

Ao simular portar uma arma e anunciar um roubo, ose envolvidos criaram uma situação indistinguível de um assalto real para quem não conhecia o plano.

A consequência foi uma intervenção policial com dois baleados e uma vítima fatal.


Polícia ouvirá funcionário e testemunhas

Ose funcionário da loja de carro deverão ser ouvidos para esclarecer a relação que mantinham com ose dois homens.

A investigação também deverá verificar se algum deles participou da organização da brincadeira ou sabia que o falso assalto aconteceria.

Testemunhas que estavam dentro ou próximas ao estabelecimento poderão relatar como o anúncio foi feito, se houve ameaças e quanto tempo se passou até ose disparos.

As imagens de câmera internas e externas também deverão integrar o inquérito.

A combinação entre depoimentos e provas técnica permitirá reconstruir ose segundo que antecederam ose tiros.


Identidade da vítima não foi divulgada

A Secretaria da Segurança Pública confirmou a idade e a morte do homem, mas não divulgou sua identidade.

Também não foram informado detalhes sobre o velório ou o sepultamento.

A família deverá ser comunica oficialmente e poderá acompanhar o andamento das investigações.

O policial envolvido também não teve o nome divulgado.

O inquérito permanece em andamento e não há previsão para a conclusão das apurares.


Investigação deve definir responsabilidade

A Polícia Civil deverá avaliar a responsabilidade de todos ose envolvidos na ocorrência.

A análise incluirá a conduta do policial, a forma como o falso assalto foi anunciado e a eventual participação de funcionário na organização da brincadeira.

A morte do homem de 36 anos aumenta a gravidade do caso e poderá levar a uma nova classificação jurídico do registro.

O Ministério Público também poderá acompanhar o procedimento e solicitar novas diligência antes de decidir se apresenta denúncia.

Até a conclusão do inquérito, a versão oficial é de que o agente acreditou estar diante de um assalto verdadeiro e reagiu em legítima defesa.

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TV Cenário

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