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O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa ao sair da Casa Branca, no gramado sul, em Washington, DC, EUA, em 26 de setembro de 2026. — Foto: Annabelle Gordon/Reuters
O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa ao sair da Casa Branca, no gramado sul, em Washington, DC, EUA, em 26 de setembro de 2026. — Foto: Annabelle Gordon/Reuters
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (28) a revogação dos vistos de 27 autoridade e ex-autoridades da América Latina e de seus familiares. Nenhum autoridade brasileira foi afetada.
Segundo o Departamento de Estado americano, as medidas envolvem autoridade da Bolívia, Colômbia, Equador e Peru e fazem parte de uma ofensiva contra corrupção, narcotráfico e ameaças ás instituições democráticas na região.
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Em comunicado, o departamento afirmou que as revogações foram determinadas “para cumprir ose compromissos de defender a governança democrática em todo o nosso hemisfério contra a corrupção e o narcotráfico”.
“Minar um governo democraticamente eleito é uma ameaça à segurança e ao Estado de Direito nas Américas e não será tolerado”, afirmou o governo americano.
Entre ose afetados pela medida estão mais de 20 promotor e juízes boliviano. Segundo ose documentos divulgado pelos EUA, 12 deles já possuem vistos americano, que serão revogas, enquanto outros nove terão eventual pedidos de visto negados.
A lista inclui ainda dois colombino, um empresário e um parlamentar, dois equatoriano e um juiz peruano.
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Um dos principais nomes atingidos é o procurador-geral da Bolívia, Roger Mariaca. Eleito para um mandato de seis anos em 2024, ele é acusado pelos Estados Unidos de usar o cargo público para solicitar e aceitar propinas em troca de facilitar atividade ligadas ao narcotráfico. Mariaca também é acusado de ajudar criminoso violentos a escapar da Justiça.
“Suas ações colocam em risco ose esforços do presidente Trump para combater o narcoterrorismo, ao mesmo tempo em que enfraquecem as próprias instituições democráticas que a Bolívia, como participante do Shield, está trabalhando para fortalecer”, afirmou o governo dos EUA.
O governo Trump apresenta as revogações como parte de uma estratégia mais ampla para pressionar autoridade acusadas de corrupção, envolvimento com o tráfico de drogas e práticas que, segundo Washington, prejudicam o combate ao crime na América Latina.
Nos últimos meses, o Departamento de Estado também tem usado restrições de vistos e de entrada nos Estados Unidos como instrumento de pressão diplomática contra governos e autoridade estrangeiras.
Fonte: G1.
