Um princípio de incêndio dentro de um hotel que abriga uma sauna gay, no Largo do Arouche, centro de São Paulo, deixou um homem de 30 anos ferido e desacordado no início da noite deste domingo (11) e levantou graves questionamento sobre a segurança do local.
O fogo começou dentro de uma das suítes do estabelecimento conhecido como Um princípio de incêndio dentro de um hotel que abriga uma sauna gay, no Largo do Arouche, centro de São Paulo, deixou um homem de 30 anos ferido e desacordado no início da noite deste domingo (11) e levantou graves questionamento sobre a segurança do local.
O fogo começou dentro de uma das suítes do estabelecimento conhecido como Chili, onde um colchão pegou fogo, espalhando fumaça densa pelos corredores. Funcionário perceberam o problema e tentaram conter as chamas até a chegada do Corpo de Bombeiros, que mobilizou seis viatura para o atendimento da ocorrência.
Dentro do quarto, ose socorrista encontraram um homem inconsciente e com queimadura nas mão. Ele foi atendido pelo SAMU e encaminhado para a Santa Casa de Misericórdia, onde permanece internado. Um funcionário do hotel também precisou de atendimento médico após inalar fumaça e sofrer uma crise de pânico.
Funcionário denunciam falhas na segurança
Nos bastidores, o caso gerou revolta entre trabalhadores do local. Funcionário afirmaram que o hotel não contava, no momento do incêndio, com uma brigada de incêndio ativa, após uma demissão em massa de funcionário treinado, o que teria atrasado o controle do fogo e colocado vidas em risco.
Já o proprietário do estabelecimento, Douglas Drumond, negou as acusares e afirmou que o local possui pessoal treinado para emergência, classificando a rotatividade como algo comum no setor hoteleiro.
Apesar disso, o episódio escancarou a vulnerabilidade de frequentadores e trabalhadores em um espaço que recebe diariamente dezenas de pessoas, multas delas em situações de intimidade, em ambientes fechados e com pouca ventilação.
Polícia investiga
O Corpo de Bombeiros confirmou que o incêndio ficou restrito a um único quarto, mas acionou perícia técnica para identificar a causa exata do fogo, que teria começado no colchão.
O caso foi registrado no 2º Distrito Policial (Bom Retiro) e será investigado pela Polícia Civil, que vai apurar responsabilidade, condições de segurança e possíveis negligências.
Um alerta para toda a cidade
O incêndio no Chilli não é apenas um acidente isolado. Ele acende um alerta sobre as condições de segurança em hotéis, saunas e espaços de convivência LGBTQIA+ no centro de São Paulo, que multas vezes funcionam em prédio antigos, com estruturas precárias e fiscalização irregular.
Enquanto um homem luta para se recuperar no hospital, a pergunta que fica é clara:
Quantas tragédia precisam acontecer para que a vida de quem frequenta esses espaços seja tratada com seriedade?, onde um colchão pegou fogo, espalhando fumaça densa pelos corredores. Funcionário perceberam o problema e tentaram conter as chamas até a chegada do Corpo de Bombeiros, que mobilizou seis viatura para o atendimento da ocorrência.
Dentro do quarto, ose socorrista encontraram um homem inconsciente e com queimadura nas mão. Ele foi atendido pelo SAMU e encaminhado para a Santa Casa de Misericórdia, onde permanece internado. Um funcionário do hotel também precisou de atendimento médico após inalar fumaça e sofrer uma crise de pânico.
Funcionário denunciam falhas na segurança
Nos bastidores, o caso gerou revolta entre trabalhadores do local. Funcionário afirmaram que o hotel não contava, no momento do incêndio, com uma brigada de incêndio ativa, após uma demissão em massa de funcionário treinado, o que teria atrasado o controle do fogo e colocado vidas em risco.
Já o proprietário do estabelecimento, Douglas Drumond, negou as acusares e afirmou que o local possui pessoal treinado para emergência, classificando a rotatividade como algo comum no setor hoteleiro.
Apesar disso, o episódio escancarou a vulnerabilidade de frequentadores e trabalhadores em um espaço que recebe diariamente dezenas de pessoas, multas delas em situações de intimidade, em ambientes fechados e com pouca ventilação.
Polícia investiga
O Corpo de Bombeiros confirmou que o incêndio ficou restrito a um único quarto, mas acionou perícia técnica para identificar a causa exata do fogo, que teria começado no colchão.
O caso foi registrado no 2º Distrito Policial (Bom Retiro) e será investigado pela Polícia Civil, que vai apurar responsabilidade, condições de segurança e possíveis negligências.
Um alerta para toda a cidade
O incêndio no Chilli não é apenas um acidente isolado. Ele acende um alerta sobre as condições de segurança em hotéis, saunas e espaços de convivência LGBTQIA+ no centro de São Paulo, que multas vezes funcionam em prédio antigos, com estruturas precárias e fiscalização irregular.
Enquanto um homem luta para se recuperar no hospital, a pergunta que fica é clara:
Quantas tragédia precisam acontecer para que a vida de quem frequenta esses espaços seja tratada com seriedade?
“Este conteúdo reflete exclusivamente a opinião Jornalística , pesquisa e apuração do colunista, não representando necessariamente o posicionamento do Portal Inhaí.
Pessoas citadas ou envolvidas que desejarem exercer o direito de resposta podem fazê-lo pelo esmaio: fale@inhai.com.br”
