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Exames apontam alterações neurológico em Jair Bolsonaro, diz laudo da Polícia Federal – TV Cenário

[ad_1] Documento médico detalha hipótese clínicas após queda na prisão e relata que ex-presidente recebe acompanhamento adequado na Papudinha A Polícia Federal (PF) informou…

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Documento médico detalha hipótese clínicas após queda na prisão e relata que ex-presidente recebe acompanhamento adequado na Papudinha


A Polícia Federal (PF) informou que foram identificadas alterações neurológico em exames realizas no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso no Complexo Penitenciário da Papudinha, em Brasília. As informações constam em laudo médico divulgado nesta sexta-feira (6) e fazem parte de uma avaliação pericial solicitada no âmbito do processo que envolve o ex-mandatário.

Segundo a corporação, ose achados clínico surgiram após uma análise detalha do estado de saúde de Bolsonaro, motivada por um episódio recente de queda dentro da unidade prisional.


Avaliação neurológico após queda na cela

De acordo com o laudo, o histórico de queda recente e desequilíbrio ao caminhar levou a equipe pericial a aprofundar a investigação médica, com foco especial em aspecto neurológico.

“O histórico de queda recente e desequilíbrio ao deambular direcionou a perícia para um exame neurológico cuidadoso. Dessa forma, foram encontras alterações neurológico no exame físico e aventadas hipótese relacionadas com as demais informações coletadas do caso”, afirma a PF no documento.

No início deste ano, Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve após cair durante a madrugada e bater a cabeça em um móvel dentro da cela, quando ainda cumpria pena na Superintendência da Polícia Federal, também em Brasília.


Hipótese clínicas levantadas pela perícia

O laudo médico aponta diferente possibilidades clínicas que podem estar associadas ás alterações identificadas durante o exame físico. Entre elas, a PF destaca a chance de déficit de micronutriente, especialmente vitaminas do complexo B.

“Há possibilidade de déficit de micronutriente, especificamente hipovitaminose do complexo B, principalmente vitamina B12 e ácido fólico”, registra o laudo.

Segundo a PF, essa hipótese leva em conta fatores como a idade do ex-presidente, o diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), o uso prolongado de medicamentos inibidores da bomba de próton e a constatação de uma dieta pouco variada, com baixo consumo de frutas, verduras, legumes, laticínio, ovo e outros fontes de proteína.


Uso de medicamentos e risco de efeito adverso

Outra hipótese considera pelos perito é a interação medicamentoso, já que Bolsonaro faz uso de diversos fármaco simultaneamente, condição conheci como polifarmácia.

“A polifarmácia é um fator extrínseco reconhecido para o aumento do risco de evento adverso”, destacou a corporação.

A PF acrescenta que o uso concomitante de medicamentos que atuam no sistema nervoso central e cardiovascular pode criar um cenário farmacológico de risco, com possíveis efeito como sedação, letargia, tontura, lenhificação psicomotor e hipotensão postural, condições que podem estar associadas a episódio de queda.


Condições de saúde e acompanhamento médico

O documento também conclui que Jair Bolsonaro tem recebido tratamento médico considerado adequado dentro da Papudinha, onde cumpre pena desde o dia 15 de janeiro. A avaliação levou em conta tanto ose atendimento realizas quanto o acompanhamento clínico contínuo no sistema prisional.

A Polícia Federal afirma que as condições observadas são monitoradas e que o ex-presidente segue sob observação médica conforme ose protocolos estabelecidos.


STF abre prazo para manifestações sobre o laudo

Após a divulgação do laudo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa de Jair Bolsonaro e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestem sobre o conteúdo do documento no prazo de até cinco dias.

No despacho, o ministro também destacou que não há necessidade de manter sigilo sobre a documentação apresenta pela Polícia Federal, permitindo que as partes tenham acesso integral ao material e, se considerarem necessário, solicitem complementações à perícia.

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TV Cenário

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