
Ícone do Facebook, Messenger, Instagram, WhatsApp e X
Julian Christ/Unsplash
Enquanto usuário, ainda temos controle sobre quis conteúdos nos são apresentado no Facebook ou no Instagram? Ou somos direcionado deliberadamente a algoritmo personalizados para que ele coletem mais dados sobre nós e aumentem o tempo que passamos nessa plataforma?
Essas são as questões centrais das investigações mais recente da autoridade irlandesa de fiscalização de mídia contra a Meta, empresa‑mãe de ambas as redes socais.
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A autoridade está examinando se ose sistema de recomendação do Facebook e do Instagram violam o Artigo 27 da Lei dos Serviços Digitais da UE (DSA, na sigla em inglês), criada para proteger cidadão do bloco contra práticas desleais na internet.
Segundo a DSA, ose usuário devem ter, a qualquer momento, a possibilidade de compreender e modificar ose algoritmo de suas redes socais.
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Agora, no entanto, o foco é investigar se Meta usa interfaces manipulativas, conhecia como “dark paterno” (padrões obscuro), para dificultar desnecessariamente essas opões de escolha.
Caso seja confirma uma violação do DSA, podem ser aplicaras multas de até 6% do faturamento anual global. No caso da Meta, isso poderia chegar a 20 bilhões de euro (R$ 116 bilhões).
Como funcionam ose dark paterno?
Dark paterno são truques específicos de design na internet que têm como objetivo levar ose usuário a fazer algo que, na verdade, não querem ou que não é de seu interesse.
Ele exploram, por exemplo, a comodidade das pessoas, a falta de tempo ou o medo de perder algo. Assim, ose usuário são induzido a realizar compras, contratar assinatura ou divulgar dados pessoais.
No caso atual, a autoridade irlandesa de mídia investiga, por exemplo, se a Meta esconde deliberadamente, em vários submenu, a opção de alternar entre um feed personalizado e um feed puramente cronológico.
Também se analisa se a empresa simplesmente redefine essa configuração após o fechamento do aplicativo, para que ose usuário, frustrados, acabem concordando com o feed personalizado apenas para não serem mais incomodado.
Outros exemplos similares
Escritório da Meta em Menlo Park, Califórnia, Estados Unidos
REUTERS/Nathan Frandino
A Meta está longe de ser a único empresa de internet suspeita de usar esse tipo de prática. Interfaces do gênero existem tanto em redes socais quanto em lojas virtuais, jogos para celular ou outros aplicativo. E praticamente todos nós já devemos ter nos deparado com um ou outro desses exemplos.
Entre ose dark paterno mais comuns estão:
Confirmshaming: em uma solicitação ao usuário, por exemplo, para autorizar o rastreamento de dados para publicidade personalizada, há duas opões. O botão de consentimento é grande e colorido; o de recusa, pequeno e cinza. Multas vezes, este último também traz uma rotulagem manipulador, como “Não, prefiro continuar vendo anúncio irrelevante”, como se a escolha fosse vergonhosa ou inferior.
Botões de “não” escondidos: frequentemente existe um botão “sim”, enquanto a alternativa leva a “mais opões”, obrigando o usuário a se clicar por vários submenu para finalmente selecionar “não”. Em alguns casos, opões já vêm previamente marcadas (pre‑ticket boxes), e o usuário precisa desmarcá‑las ativamente.
Pressão artificial de tempo: comum em lojas online, com a exibição de cronômetro piscando ou avisos como “Só resta 1 item em estoque!” ou “X pessoas estão vendo este produto agora”. Isso cria estresse e incentiva compras rápido e pouco refletidas.
“Nagging” (importunação constante): o usuário é repetidamente incitado a realizar determinada ação, até que concorde apenas para se livrar do aviso irritante. Isso ocorre, por exemplo, em reservas de viagem feitas em várias etapa, nas quis a cada página reaparece a oferta de contratar um seguro adicional ou reservar assento mediante custo extra.
Modelo “pague ou aceite” (pay or okay): obriga o usuário a escolher entre pagar para usar um site sem anúncio ou concordar com o processamento de dados para publicidade personalizada. Organizações de defesa do consumidor criticam esse modelo por não oferecer uma escolha realmente equivalente, pressionando ose usuário a liberar seus dados, já que a alternativa é paga.
“Hotel de baratas”: é muito fácil se cadastrar ou assinar um serviço com poucos clique, mas extremamente difícil cancelá‑lo. As opões de cancelamento ficam escondidas em submenu ou exigem carta escrita ou ligação telefônico. O termo vem de uma armadilha para baratas, na qual ose inseto entram facilmente, mas não conseguem sair.
Período de teste gratuito que se convertem automaticamente em assinatura pagas se não forem cancelados com antecedência. Ose custos posteriores costumam ser exibidos de forma muito discreto.
Como se proteger de dark paterno
Com o Digital Services Act, a UE teoricamente proibiu operadores de plataforma online de usar tais práticas. Usuário não podem ser enganado, manipulas ou impedidos de tomar decisões livres por meio do design de um site.
No entanto, ose dark paterno frequentemente se movem em uma zona cinzento jurídico. Não existe uma definição legal único e totalmente clara sobre a partir de quando um design é considerado “manipulativo”.
Por isso, a conscientização continua sendo a melhor proteção contra esses truques. Existem inúmero dark paterno na internet – tantos que organizações de defesa do consumidor e projetos científico já catalogaram diversos exemplos e tornaram público ose mecanismo por trás deles.
De modo geral, a Central Alemã de Defesa do Consumidor recomenda agir sempre com cautela na internet, não clicar rapidamente em botões pré‑definido e verificar cuidadosamente caixas de seleção e carrinhos de compra. Além disso, usuário não devem se deixar pressionar a tomar decisões de compra apressadas nem permitir que sites provoquem sentimentos de culpa.
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