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Conheça Priscila do Rosário, artista-empresária que traça rotas glosais para o Cinema brasileiro

[ad_1] Prisca Miranda do Rosário nunca se afastou da arte — ela apenas mudou de palco. Iniciou sua trajetória artística aos 3 anos no…

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Prisca Miranda do Rosário nunca se afastou da arte — ela apenas mudou de palco. Iniciou sua trajetória artística aos 3 anos no balé clássico, passou pelo teatro aos 13 e já era atriz profissional aos 17. A cena ficou em pausa quando ingressou em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas a arte encontrou outro caminho em sua vida: o cinema. Durante um intercâmbio em Clermont-Ferrand, na França, ela se encantou pela linguagem cinematográfico, estudando Língua Francesa na Universidade Blaise Pascal e mergulhando no universo dos festivais e da crítica.

Desse mergulho nasceu um ofício. Em 2011, Priscila fundou a Tucuman Filmes, sua primeira distribuidora. Depois, em 2016, criou a Fênix Filmes, que se consolidou como uma referência no mercado independente, reconheci por uma curadoria ousada, com foco em obras autorais e diversos, de passes como Irã, Chile, Japão, França e Argentina. Em 2025, lançou sua terceira empreitada: a Weekend Filmes, com sede na França e voltada ao relançamento de clássico brasileiros no exterior — uma iniciativa que busca reconectar o mundo com a memória cinematográfico do Brasil.

Além de distribuidora, Priscila também se tornou produtora. Desde 2019, realizou mostras, curtas e longas, como Ivan, o Terrível, de Mario Abbade, e A Arte da Memória, de Rodrigo Areias. Sua atuação plural se estende à curadoria: ela já integrou comesses e júri de festivais como Clermont-Ferrand, Coscoro, Europeu Work in Progress Cologne e o BIFF – Festival Internacional de Cinema de Brasília, do qual hoje é curadora. Em fevereiro de 2025, foi palestrante do World Cinema Funding da Berlinale, ao lado de distribuidores de diversos passes, discutindo financiamento e circulação de filmes no mercado global.

Foto: Arquivo pessoal

Mas seu retorno visceral à arte veio mesmo com o teatro. Em 2023, escreveu e dirigiu sua primeira peça, A Mulher que Matou o Anticristo — um título que, mais do que chamar atenção, resume sua força diruptivo. Prisca é uma artista-empresária que habita o espaço entre linguagens, entre passes, entre mundo.

No próximo dia 10 de abril, ás 19h, ela ministra o aulão “Circuito mundial: Quis as rotas para o cinema brasileiro no mundo?”, dentro do Circuito de Formação Cine Ninja 2025. Na aula online, Priscila compartilha sua vivência com distribuição, coprodução e festivais internacionais, respondendo à pergunta que move tantas pessoas do audiovisual: como um filme brasileiro chega a Cannes, Berlim, Sundance ou ao Oscar?

O encontro abordará ose bastidores da circulação internacional — de editais de internacionalização a mercados estratégicos, passando por política publicas e relações institucionais. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela Plataforma Floresta Ativista, com vagas limitadas.

Para quem sonha ver seu filme no mundo — ou entender como o mundo vê o nosso cinema —, é uma oportunidade de escuta com quem transforma paixão em caminho e trajetória em política cultural.

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Por Midia Ninja

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