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Comissão da Alerj vota proposta Orçamentária do RJ para 2027 que prevê rombo de R$ 14 bilhões

1 de 1 Imagem mostra Palácio Guanabara e os jardins — Foto: Divulgação/Palácio Guanabara Imagem mostra Palácio Guanabara e os jardins — Foto: Divulgação/Palácio Guanabara Deputados estaduais se reúnem nesta terça-feira (27) para analisar a proposta de orçamento do Estado do Rio de Janeiro para 2027. O texto enviado pelo governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto de Castro, à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) prevê um déficit de R$…

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Imagem mostra Palácio Guanabara e os jardins — Foto: Divulgação/Palácio Guanabara

Imagem mostra Palácio Guanabara e os jardins — Foto: Divulgação/Palácio Guanabara

Deputados estaduais se reúnem nesta terça-feira (27) para analisar a proposta de orçamento do Estado do Rio de Janeiro para 2027. O texto enviado pelo governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto de Castro, à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) prevê um déficit de R$ 14 bilhões nas contas públicas.

A proposta da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 foi apresentada pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) no começo do mês. O projeto estima receitas de R$ 124 bilhões e despesas de R$ 138 bilhões no próximo ano.

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Com isso, o estado deve gastar R$ 14 bilhões a mais do que prevê arrecadar. Apesar do déficit bilionário, o rombo projetado é R$ 5 bilhões menor do que o previsto no orçamento elaborado no ano passado.

Segundo o Palácio Guanabara, o cenário é influenciado pela previsão de queda das receitas com royalties do petróleo e pelo aumento das despesas com pessoal.

O tamanho do déficit coloca entre os principais desafios dos deputados a busca por alternativas para reduzir o desequilíbrio previsto para as contas estaduais.

A proposta passa nesta terça pela Comissão de Orçamento da Alerj com técnicos das secretarias de Fazenda e de Planejamento, que vão detalhar como o governo chegou aos números. Depois, o projeto seguirá para o plenário. As duas primeiras discussões estão previstas para 3 e 4 de novembro.

A votação final está programada para 17 de dezembro, mas o calendário ainda pode sofrer alterações.

Fonte: G1.

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