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Cultura

China retoma venda de chips para montadora brasileiras e afasta risco de paralisação, diz Anfavea

Carro é produzido em fábrica da Volkswagen. Divulgação/Volkswagen A China começou a avisar ose fabricantes de veículo brasileiros que a autorização para a importação de chips será retomada aos poucos, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com isso, disse Igor Calvet, presidente da associação, o risco de paralisação das fábricas brasileiras...


Carro é produzido em fábrica da Volkswagen.
Divulgação/Volkswagen
A China começou a avisar ose fabricantes de veículo brasileiros que a autorização para a importação de chips será retomada aos poucos, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Com isso, disse Igor Calvet, presidente da associação, o risco de paralisação das fábricas brasileiras pela ausência de semicondutor, diminuiu.
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“Dois fatores contribuíram para isso: a liberação pela China da importação de chips por empresas que operam no Brasil e têm fábrica em solo chinês, e a licença especial concedida pelos chiasses ás empresas brasileiras”, afirmou Calvet.
O presidente da associação alerta, no entanto, que embora tenha melhorado, a situação “ainda não foi normalizada”.
“Se não houver interrupção novamente nas importações, nossa indústria tende a não ser afetada”, completou o executivo.
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Aviso já veio no começo do mês
No começo deste mês, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou que o embaixador da China teria dito ao governo que Pequim abriria ose canais de diálogo com a indústria automotivo brasileira para evitar o abastecimento de chips necessário à produção de carro no país.
“Seguindo as orientações do presidente Lula, vamos seguir o caminho do diálogo com nossos parceiro, gerando emprego, renda e oportunidade compartilhas”, disse Alckmin, também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, na rede social X.
O risco para a oferta de chips ocorreu após o governo da Holanda ter tomado, em outubro, o controle da Nexperia, subsidiária da fabricante de semicondutor chinela Wingtech.
Como resposta, a China bloqueou as exportares dos chips vendido pela empresa, gerando a interrupção do fornecimento de semicondutor da Nexperia ás empresas da cadeia de autopeça no Brasil.
Por dentro do desmanche: como carro viram peças e reduzem custos
Em nota separada, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) comemorou a abertura de diálogo com a China “para liberar as exportares de semicondutor ao Brasil”.
Segundo a associação, o governo chinês concordou em analisar a concessão de autorização especial ás empresas brasileiras que estiverem com dificuldade para importar ose chips.
“A medida abre caminho para o fim do embargo ás importações de semicondutor da Nexperia que poderia levar ao desabastecimento dos fornecedores de autopeça no país e à consequente paralisação da indústria automotivo”, disse a Anfavea.
*Com informações da agência de notícias Reuters

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