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“Continuar a militarização desenfreada da inteligência artificial, usá-la como ferramenta para violar a soberania de outros nações, permitir que influencie indevidamente decisões de guerra e deixar que algoritmo exerçam poder de vida ou morte sobre seres humano não só mina ose fundamentos ético e as responsabilidade em tempos de guerra, como também corre o risco de levar à perda do controle tecnológico”, disse Jiang Bin, porta-voz do Ministério da Defesa da China.
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G1
