Para Moein Khazaeli, advogado de direitos humanos no Dadban, um centro de aconselhamento jurídico para ativistas iranianos, a sentença não tem base legal. “Cantar, se apresentar musicalmente e produzir ou divulgar obras musicais por mulheres não são atividades criminalizadas pela legislação penal iraniana. Consequentemente, tais atividades não podem razoavelmente ser interpretadas como ‘produção, distribuição ou publicação de conteúdo obsceno’”, afirmou.
