
No Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, 2 de abril, é essencial falar sobre as múltiplas vivências dentro do espectro, especialmente das pessoas autistas LGBTQIA+. Embora o autismo e a diversidade sexual e de gênero sejam temas distintos, estudos apontam uma conexão significativa entre eles.
Pesquisas indicam que pessoas autistas têm maior probabilidade de se identificarem como LGBTQIA+ em comparação com a população neurotípica. Isso pode estar relacionado a uma menor adesão a normas sociais rígidas, permitindo que expressem sua identidade com mais autenticidade. No entanto, essa interseccionalidade também traz desafios: muitos enfrentam barreiras no acesso a direitos, saúde e inclusão social, seja por falta de conhecimento sobre o autismo dentro da comunidade LGBTQIA+ ou pela exclusão de questões LGBTQIA+ em espaços neurodivergentes.
Promover ambientes seguros, acessíveis e respeitosos para pessoas autistas LGBTQIA+ é um passo essencial para garantir que todas as identidades sejam validadas e acolhidas. A luta é pela inclusão em todas as frentes – e isso significa reconhecer a diversidade dentro da diversidade.
Neste 2 de abril, que tal refletir sobre como podemos construir espaços mais acolhedores para todas as pessoas?