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A cantora e compositora Augusta Barna lança O Dia Que Comecei a Acreditar, EP que marca uma nova fase de sua trajetória artística. Composto por cinco faixas inéditas, o projeto reúne colaborações que ampliam o universo musical da artista e reforçam sua proposta de diálogo entre diferentes linguagens, estéticas e gerações da música brasileira.
Ao longo do trabalho, Augusta divide os vocais com nomes de destaque da cena contemporânea: FBC, em “Psiu”; Amandona, em “Não Perde”; Bruna Alimonda, na faixa “Lero Lero”, indicada ao Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira; e seu pai, Evandro de Souza, representante da velha guarda do samba mineiro, em “Visita Sem Avisar”.
Cada encontro traz uma identidade própria, resultando em um repertório que transita por diferentes sonoridades sem perder a unidade conceitual do EP, que tem como tema a poética do amor. O Dia Que Comecei a Acreditar nasce como um registro sobre transformação, coragem e recomeços.
As canções exploram sentimentos de vulnerabilidade, amadurecimento e esperança, conduzindo o ouvinte por uma narrativa sensível e intensa, construída a partir da força das parcerias e da interpretação marcante de Augusta Barna.
Mais do que um conjunto de músicas, o EP representa um encontro entre artistas que compartilham diferentes experiências e visões criativas, fazendo de cada faixa um capítulo único dentro da obra. O resultado evidencia a versatilidade de Augusta Barna e reafirma seu compromisso com uma produção musical autêntica e colaborativa.
Com O Dia Que Comecei a Acreditar, Augusta Barna convida o público a viver uma experiência musical que celebra o poder dos encontros, da arte e da possibilidade de acreditar em novos caminhos. O projeto conta com três produtores, cada um responsável por duas faixas: João Mihy, em “Lero Lero” e “Janeiro”; Dudu Amendoeira, em “Psiu” e “Visita Sem Avisar”; e Brandu, em “Não Perde” e “Mini-bio”.
Cantora, compositora, intérprete e atriz, Augusta Barna carrega, aos 23 anos, o desejo de ser lembrada no presente por compartilhar sua poesia, voz e sentimentos com o mundo. A música sempre esteve presente em sua vida, desde sua ancestralidade até o gosto apurado por ouvir a coleção de discos de vinil dos pais desde muito jovem.
Dona de uma desenvoltura impressionante, personalidade marcante e determinação diante de seus sonhos e objetivos, Augusta é um acontecimento. Sua discografia reúne o EP Cantora de Ruídos (2021), o álbum Sangria Desatada (2022) e o trabalho mais recente, Na Miúda (2024). Em 2023, ganhou o prêmio de Melhor Álbum de Canção Mineira pelo BDMG Cultural e, em 2024, recebeu o Prêmio Energia da Cultura. Em 2025, foi escolhida como Artista Natura Musical.
Fonte: Mídia Ninja.
