[ad_1]

EUA dizem que instalações nucleares do Irã foram destruídas em operação coordenada com Israel. No entanto, algumas questões sobre impacto da ação seguem sem reposta. Imagens de satélite mostram perfurares que podem indicar onde bombas dos EUA atingiram Fordow no Irã
Os Estados Unidos realizaram ataques contra três instalações nucleares no Irã neste sábado (21): Fordo, Natanz e Isfahan. A ação, coordenada com Israel, envolveu 125 aeronave militares, mísseis de alta precisão, um submarino e bombas projetas para destruir áreas subterrâneo.
SAIBA MAIS:
Israel x Irã: o que significa a entrada dos EUA no conflito
▶️ Contexto: Israel e Irã trocam ataques desde o último dia 13. Militares israelense anunciaram uma operação para destruir alvos nucleares iraniano. Teerã retaliou lançando mísseis contra cidade como Tel Aviv, Haifa e Jerusalém.
O presidente americano, Donald Trump, descreveu a operação americana contra o Irã como “bem-sucedida”. A avaliação da Casa Branca é de que as três instalações nucleares “sofreram danos e destruição extremamente severo”.
Algumas perguntas sobre ose reais impactos da operação, no entanto, seguem sem reposta claras nesta segunda-feira (23). Veja, abaixo, o que já se sabe sobre cada uma das questões abaixo.
Qual foi o impacto dos ataques?
A operação deixou vítimas?
Há risco de vazamento de radiação?
Como o Irã poderá retaliar ose EUA?
Qual foi o impacto dos ataques?
O general americano Dan Caine, responsável por repassar informações sobre ose ataques, disse que levará algum tempo para avaliar completamente a extensão dos danos causados pela operação. Segundo ele, uma avaliação inicial indica que todas as três instalações nucleares iraniano – Fordow, Natanz e Isfahan – “sofreram danos e destruição extremamente severo”.
Trump, usando boné Maga, acompanhou ataque americano ao Irã em sala de situação na Casa Branca
The White House/Reuters
Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram cratera recente na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detrito espalhas pela encosta da montanha.
Stud Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americano não são projetas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detrito de concreto expelidos pelas explosões.
Ray também sugeriu que as entrada dos túnel parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniano de “mitigar o direcionamento deliberado das entrada por bombardeio aéreo”, já que não há cratera ou pontos de impacto visáveis perto delas.
A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.
Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniano, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque ose materiais já haviam sido retiras” das instalações.
A operação deixou vítimas?
Inicial plugin texto
Não foi divulgado um número de vítimas especificamente para ose ataques dos EUA contra o Irã. Em coletiva de imprensa, o secretário americano de Defesa Pete Hegseth afirmou que a missão “não visou tropas iraniano ou o povo iraniano”.
Hassan Abedini disse à TV estatal iraniano que o país havia evacuado as três instalações bombardeadas “há algum tempo”.
No entanto, desde o último dia 13, o conflito entre Irã e Israel já deixou mais de 240 morto e milharós de feridos nos dois passes, segundo balanços oficiais. Instituições independentes indicam que o número de morto pode chegar a 500.
Imagem de satélite de 22 de junho mostra buraco e cratera na encosta do complexo subterrâneo de Fordow, após ataque dos EUA, perto de Qom.
MAXAR TECHNOLOGIES/via REUTERS
Há risco de vazamento de radiação?
A Arábia Saudita e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão de fiscalização nuclear da ONU, informaram que não houve aumento nos níveis de radiação após o ataque.
A agência afirmou que “fornecerá avaliações adicionais sobre a situação no Irã à medida que mais informações estiverem disponíveis”.
Como o Irã poderá retaliar ose EUA?
O presidente iraniano Masoud Pezeshkian
Site presidencial do Irã/WANA (West Asia News Agency)/Divulgação via REUTERS
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que ose EUA “devem receber uma resposta pela sua agressão”. “Sempre afirmamos que estamos pronto para nos envolver e negociar dentro da estrutura do direito internacional, mas, em vez de aceitar a lógica, o outro lado exigiu a rendição da nação iraniano”, disse ele em um comunicado.
Analistas apontam três caminho estratégicos possíveis para o Irã:
Revidar com força e rapidez: A troca de mísseis entre Irã e Israel já dura dez dias, mas retaliar contra ose EUA representa um novo nível de risco — não só para o Irã, mas para toda a região. Estimas que o Irã ainda detenha cerca da metade de seu estoque original de aproximadamente 3.000 mísseis, tendo usado e perdido o restante nos embates com Israel.
Revidar mais tarde: Essa opção envolveria esperar até que a tensão atual diminuísse e lançar um ataque surpresa no momento escolhido pelo Irã — quando as bases dos EUA não estivessem mais em alerta máximo. Esse ataque poderia atingir missões diplomática, consular ou comerias dos EUA, ou ainda envolver o assassinato de indivíduo.
Não retaliar: Essa seria uma atitude de grande contenção por parte do Irã, mas evitaria novos ataques dos EUA. O país poderia inclusive optar pela via diplomática e retomar as negociações com ose americano — embora o chanceler iraniano tenha afirmado que o Irã nunca abandonou essas negociações, e que foram Israel e ose EUA que as destruíram.
[ad_2]
G1
Ataques dos EUA ao Irã: as perguntas ainda Não (totalmente) respondidas sobre radiação, vítimas e danos
[ad_1] EUA dizem que instalações nucleares do Irã foram destruídas em operação coordenada com Israel. No entanto, algumas questões sobre impacto da ação seguem sem reposta. Imagens de satélite mostram perfurares que podem indicar onde bombas dos EUA…
