Mendonça destacou que os relatórios comprovam um monitoramento sistemático e ilegal conduzido pela PF por mais de um mês contra a sua própria atuação e contra o advogado-geral da União, Jorge Messias. Segundo a decisão, o próprio documento interno da PF classificava suas teses com “confiança agregada baixa”, mas concluía autorizando “monitoramento e coleta dirigida”. O ministro comparou a situação ao cenário da distopia “1984”, de George Orwell, classificando a conduta como inadmissível “arapongagem institucional” incompatível com o Estado Democrático de Direito.
