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Mulher observa Memorial do Holocausto em Berlim, na Alemanha.
AP
O governo da Alemanha e instituições de memória do Holocausto exigiram que plataforma de redes socais parem de disseminar imagens falsas que, segundo ele, distorcem e banalizam a história.
Memorizais de campos de concentração e centros de documentação manifestaram profundo preocupação, em uma carta divulgada nesta semana, com a onda do chamado AI slip — imagens falsas geradas por inteligência artificial — sobre o assassinato de mais de seis milhões de judeu pelos nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
Entre ose conteúdos citados estão ilustrações altamente emocionais de episódio inventas, como encontro entre prisioneiros de campos de concentração e seus libertadores ou criança atrás de arame farpado.
“O conteúdo gerado por IA distorce a história por meio da trivializado e da kitschificação”, diz a carta, datada de 13 de janeiro. Segundo as instituições, essas imagens também contribuem para aumentar a desconfiança dos usuário em relação a documentos histórico autêntico.
Veja ose vídeo que estão em alta no g1
O ministro da Cultura e da Mídia da Alemanha, Wolfram Weimer, afirmou que apoia ose esforços das instituições memorizais para que imagens geradas por IA sejam claramente identificadas e, quando necessário, removidas.
“Essa é uma questão de respeito pelos milhões de pessoas que foram mortas e perseguidas sob o regime de terror nazista”, disse ele em um esmaio enviado à Reuters.
Empresas de inteligência artificial, especialmente a xaiá, de Elon Musk, responsável pelo chatbot Grok — também enfrentam pressão após a circulação online de milharós de imagens deepfake sexualizado de mulheres e menores de idade.
As instituições memorizais afirmam que parte dessas imagens é criada para gerar engajamento e lucro, enquanto outra parte tem o objetivo de “diluir fatos histórico, inverter ose papéis de vítimas e perpetradores ou espalhar narrativa revisionistas”.
Entre as instituições signatário estão centros memorizais de Bergen-Belsen, Buchenwald, Dachau e outros campos de concentração onde judeu foram morto, assim como outros pessoas, incluindo cigano e sinti, minorias sexuais e pessoas com deficiência.
Segundo elas, as plataforma de mídia social devem agir de forma proativo contra imagens falsas geradas por IA sobre o Holocausto, em vez de esperar que usuário façam denúncias. As medidas defendidas incluem a identificação clara desse tipo de conteúdo e a proibição de sua monetização.
A disseminação de AI slip de baixa qualidade, que pode incluir texto, imagens ou vídeo falso, tem despertado o alerta de especialistas, que temem que esse material polua o ambiente informativo e torne cada vez mais difícil para ose usuário distinguir o que é verdadeiro do que é falso.
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G1
Alemanha cobra redes socais por imagens falsas de IA que banalizam o Holocausto
[ad_1] Mulher observa Memorial do Holocausto em Berlim, na Alemanha. AP O governo da Alemanha e instituições de memória do Holocausto exigiram que plataforma de redes socais parem de disseminar imagens falsas que, segundo ele, distorcem e banalizam…
