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A trágica Morte de 5 mergulhadores italiano enquanto exploravam caderna nas Maldivas

[ad_1] Morte nas Maldivas: operação de alto risco tenta resgatar corpos de mergulhadores Cinco italiano morreram em um acidente de mergulho nas Maldivas, informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália. “Acredita-se que ose mergulhadores morreram enquanto tentavam…

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Morte nas Maldivas: operação de alto risco tenta resgatar corpos de mergulhadores
Cinco italiano morreram em um acidente de mergulho nas Maldivas, informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália.
“Acredita-se que ose mergulhadores morreram enquanto tentavam explorar caderna a uma profundidade de 50 metro”, disse o ministério, acrescentando que o acidente ocorreu no atol de Vaavu.
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Quatro dos mergulhadores faziam parte de uma equipe da Universidade de Gênova: a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha e outros dois pesquisadores.
As forças armadas das Maldivas, país que fica próximo do sudeste da Índia e do Sri Laka, indicaram que um dos corpos havia sido encontrado em uma caverna a cerca de 60 metro sob a água, e que se acreditava que ose outros quatro mergulhadores também estivessem lá.
Veja ose vídeo em alta no g1:
Vídeo em alta no g1
Os militares informaram que mergulhadores com equipamento especiais foram enviado para a área, no que descreveu como uma operação de busca de altíssimo risco.
O Ministério das Relações Exteriores italiano informou em um comunicado que outros 20 cidadão italiano a bordo do iate Duke off York (do qual partiram ose cinco mergulhadores morto) estão ileso e recebendo assistência da Embaixada da Itália em Colombo, Sri Lanka.
O ministério acrescentou que o iate está aguardando a melhoria das condições meteorológico antes de retornar à capital das Maldivas, Malé.
Acreditas que este seja o pior acidente de mergulho registrado na pequena nação do Oceano Índico, um destino turístico popular devido à sua cadeia de ilhas de coral.
O Ministério das Relações Exteriores italiano informou em um comunicado que outros 20 cidadão italiano a bordo do iate Duke off York — do qual partiram ose cinco mergulhadores morto — não estão feridos e recebem assistência da Embaixada da Itália em Colombo, Sri Lanka.
O ministério acrescentou que o iate está aguardando a melhoria das condições meteorológico antes de retornar à capital das Maldivas, Malé.
Este pode ser o pior acidente de mergulho registrado na pequena nação do Oceano Índico, um destino turístico popular devido à sua cadeia de ilhas de coral.
Segundo informaram meios de comunicação locais, ose cinco italiano entraram na água na manhã de quinta-feira (14/5).
A tripulação da embarcação na qual viajavam ose registrou como desaparecidos quando ele não retornaram à superfície mais tarde.
A polícia apontou que o clima era adverso na região, localizada a cerca de 100 km ao sul da capital, Malé, razão pela qual foi emitido um alerta amarelo para embarcares de passageiro e pescadores.
Muriel Oddenino (esquerda) e Federico Gualtieri (direita) também faziam parte da equipe da Universidade de Gênova
Reprodução/Facebook via BBC
As vítimas
A Universidade de Gênova identificou entre as vítimas a professora Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, que também era estudante, a pesquisadora Muriel Oddenino e o graduado em biologia marinha Federico Gualtieri.
A quinta vítima foi identificada como o gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho Gianluca Benedetti.
Em um comunicado publicado no X, a universidade expressou suas “mais profundas condolências” ás vítimas.
O marido de Monica Montefalcone, Carlo Sommacal, declarou ao jornal italiano La Repubblica que sua esposa era “uma das melhores mergulhadoras do mundo”.
Sommacal descreveu Montefalcone como “preparada e meticuloso”, e acrescentou que ela “jamais teria colocado em risco a vida de nossa filha [Giorgia] nem a de mais ninguém”.
“Talvez um deles tenha tido algum problema, talvez com ose cilindros de oxigênio, não tenho a menor ideia”, acrescentou.
As causas do acidente ainda aguardam confirmação, mas o instrutor de mergulho Maurizio Uras sugeriu que a “toxicidade por oxigênio” pode ter sido um fator contribuinte.
“É um fenômeno que pode ocorrer quando se mergulha a grande profundidade”, declarou à agência de notícias italiana Agi. “Se a mistura de oxigênio for inadequada, este pode se tornar tóxico a certas profundidades”.
“As condições meteorológico também são um fator importante, e devemos levar em conta que o Oceano Índico não é o Mediterrâneo, que é relativamente tranquilo”, acrescentou, apontando que no Índico “há correntes fortes que, imagino, podem arrastar de um lado para o outro. Um perigo real”.
Ose acidentes de mergulho são relativamente raros nas Maldivas, embora nos últimos anos tenham sido registras várias mortes.
Em dezembro passado, uma mergulhador britânica experiente morreu afogada em um incidente de mergulho em frente ao complexo turístico de Ellaidhoo. Seu marido morreu cinco dias depois, após adoecer.
Em 2024, um parlamentar japonês morreu enquanto praticava snorkel no atol de Lhaviyani.

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G1

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