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‘Se Eu Fosse Vivo… Vivia’, de André Novais Oliveira, é o grande vencedor do Festival de Brasília 2026

Longa também levou Melhor Roteiro e Melhor Figurino, enquanto “Pequenas Tragédias” foi o destaque técnico da competição O post ‘Se Eu Fosse Vivo… Vivia’, de André Novais Oliveira, é o grande vencedor do Festival de Brasília 2026 apareceu primeiro em Mídia NINJA.

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou sua 59ª edição consagrando “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, de André Novais Oliveira, como Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial, e “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro, como Melhor Curta-Metragem. Realizado ao longo de nove dias, o festival reuniu 34.810 pessoas em suas atividades e também teve “Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco, como um dos grandes destaques da noite, com quatro troféus na Mostra Competitiva Nacional.

Segundo a organização, “Se Eu Fosse Vivo… Vivia” marca a quarta participação de André Novais Oliveira no Festival de Brasília e o segundo prêmio de Melhor Filme conquistado pelo diretor no evento, depois de “Temporada”, em 2018. O longa também recebeu os prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Figurino, além de uma Menção Honrosa aos protagonistas Conceição Evaristo e Norberto Novais. O filme ainda foi contemplado com o Prêmio Like, no valor de R$ 50 mil em apoio de mídia.

“Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco, concentrou a maior quantidade de prêmios técnicos entre os longas da competição. A produção recebeu os troféus de Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator, para Guilherme Théo, além do Prêmio Abraccine de Melhor Longa-Metragem. “Sabes de Mim, Agora Esqueça”, de Denise Vieira, venceu nas categorias de Melhor Fotografia e Melhor Edição de Som, enquanto “Privadas de Suas Vidas”, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner, levou Melhor Direção de Arte e Melhor Atriz, para Martha Nowill. Olivia Torres e Aivan dividiram o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, e Lucas Leto foi eleito Melhor Ator Coadjuvante por “Todo o Sentimento”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio.

Pelo Júri Popular, o prêmio de Melhor Longa-Metragem da Mostra Competitiva Nacional ficou com o documentário “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann. O filme também recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Saruê, concedido pela equipe do jornal Correio Braziliense, além do prêmio de R$ 30 mil oferecido pela Petrobras ao longa escolhido pelo público. Na competição de curtas, “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia, foi eleito o favorito dos espectadores.

Entre os curtas-metragens, “Cana” foi o principal vencedor pelo Júri Oficial. Além do prêmio de Melhor Curta-Metragem, a produção recebeu Melhor Trilha Sonora, para Daniel Rone e Guilherme Xavier, Melhor Ator, para Gerin Black, o Prêmio Abraccine de Melhor Curta-Metragem e o Prêmio Canal Brasil. “Fundura”, de Catapreta, conquistou Melhor Direção, Melhor Edição de Som e Melhor Direção de Arte. “Gastronomia do Olho”, de Nicolau, venceu Melhor Fotografia e Melhor Roteiro, enquanto “Futuro Decadance”, de Leviathan, levou Melhor Montagem, Melhor Figurino e Melhor Atriz.

A premiação também contemplou produções de diferentes regiões do país e reconheceu trabalhos ligados à diversidade e à preservação da memória do cinema brasileiro. “Ana, En Passant”, de Fernanda Salgado, recebeu o Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Filme Longa-Metragem, enquanto “Mariposa”, de Alexandre Américo e Pedro Vitor, foi escolhido como Melhor Filme Curta-Metragem pelo mesmo prêmio e recebeu Menção Honrosa. Já “Tiró e a Onça”, de Wera Poty, venceu o Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa, concedido pelo Conselho Distrital de Políticas de Igualdade Racial (Codipir), com prêmio de R$ 10 mil em parceria com a Aicon. O Prêmio Marco Antônio Guimarães foi concedido a “Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha”, de Luis Abramo e Pedro Rossi.

Na Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça, foi o grande vencedor e recebeu os prêmios de Melhor Longa-Metragem tanto pelo Júri Oficial quanto pelo Júri Popular. Entre os curtas, “Dora”, de Murilo Abreu, foi escolhido pelo Júri Oficial e também rendeu a Micheli Santini o prêmio de Melhor Atriz, enquanto “Hacker Leonilia” foi eleito pelo Júri Popular. A mostra distribuiu R$ 298 mil em prêmios.

Outros destaques da Mostra Brasília foram “Mapas”, de Rafael Lobo, vencedor de Melhor Direção e Melhor Direção de Arte; “Ar-Dor”, de Mike Peixoto, premiado por Melhor Edição de Som e Melhor Fotografia; “A Arte Perdida da Lombada”, de Arthur Gonzaga, por Melhor Montagem; “Nem Todos Sabem”, de João Tomé, por Melhor Trilha Sonora; “Impostor”, de Lupe Leal, por Melhor Ator; e “Madre”, de Talita Carvalho, por Melhor Roteiro.

Na Mostra Caleidoscópio, o Júri Internacional, em parceria com a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci), escolheu “Os Fantasmas Gentis”, de Caetano Gotardo, como Melhor Filme. Já o Júri Jovem da Universidade de Brasília (UnB) concedeu o Prêmio Jean-Claude Bernardet a “Mulheres do Bando”, de Thamires Vieira.

Os longas vencedores das mostras competitivas terão sessões de reprise no Cine Brasília, com entrada gratuita. No domingo, 21 de setembro, “Onde Moram os Irmãos” será exibido às 18h e “Tudo é Tempo” às 20h. Na segunda-feira, 22, “Os Fantasmas Gentis” será apresentado às 18h, seguido de “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, às 20h.

A 59ª edição encerrou um ciclo de três anos consecutivos de uma política de continuidade do Festival de Brasília. Além do público de 34.810 pessoas, o evento gerou 360 empregos diretos e 800 indiretos e levou sua programação a diferentes espaços do Distrito Federal, incluindo o Cine Brasília, o Hotel Ramada, o Complexo Cultural de Planaltina, o Complexo Cultural de Samambaia, a Universidade Católica de Brasília, o Jovem de Expressão e o Centro Universitário Iesb. Para 2027, o festival já conta com patrocínio e apresentação da Petrobras por meio de lei de incentivo federal.

Em 2026, a programação reuniu 71 filmes e a série inédita “Delegado”, de Leonardo Lacca e Marcelo Lordello, selecionados entre quase 2 mil produções inscritas, número recorde na história do festival. A edição também contou com recursos de acessibilidade, incluindo legendagem descritiva, audiodescrição, espaços adaptados para pessoas com deficiência e uma equipe de atendimento composta integralmente por pessoas com deficiência qualificadas para acolhimento humanizado.

Ao longo da edição, o Festival de Brasília homenageou a atriz Julia Lemmertz, que recebeu o Troféu Candango de Conjunto da Obra; a cineasta Tata Amaral, contemplada com o Prêmio Leila Diniz; e a museóloga e conservadora audiovisual Fernanda Coelho, que recebeu a Medalha Paulo Emílio Sales Gomes.

Foto: Michelle Moreira

Lista completa de premiados

Mostra Competitiva Nacional – Longas

  • Melhor Longa-Metragem – Júri Oficial: “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, de André Novais Oliveira
  • Melhor Longa-Metragem – Júri Popular: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
  • Melhor Direção: Daniel Nolasco, por “Pequenas Tragédias”
  • Melhor Roteiro: André Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
  • Melhor Atriz: Martha Nowill, por “Privadas de Suas Vidas”
  • Melhor Ator: Guilherme Théo, por “Pequenas Tragédias”
  • Melhor Atriz Coadjuvante: Aivan, por “Pequenas Tragédias”, e Olivia Torres, por “Privadas de Suas Vidas”
  • Melhor Ator Coadjuvante: Lucas Leto, por “Todo o Sentimento”
  • Melhor Fotografia: Victor de Melo, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
  • Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por “Privadas de Suas Vidas”
  • Melhor Figurino: Diana Moreira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
  • Melhor Trilha Sonora: Daniel Nolasco, por “Pequenas Tragédias”
  • Melhor Edição de Som: Lucas Coelho, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
  • Melhor Montagem: Luciano Carneiro, por “Pequenas Tragédias”
  • Prêmio Abraccine: “Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco

Mostra Competitiva Nacional – Curtas

  • Melhor Curta-Metragem – Júri Oficial: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro
  • Melhor Curta-Metragem – Júri Popular: “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia
  • Melhor Direção: Catapreta, por “Fundura”
  • Melhor Roteiro: Nicolau, por “Gastronomia do Olho”
  • Melhor Atriz: Leviathan, por “Futuro Decadance”
  • Melhor Ator: Gerin Black, por “Cana”
  • Melhor Fotografia: Gabriel Lucena, por “Gastronomia do Olho”
  • Melhor Direção de Arte: Catapreta, por “Fundura”
  • Melhor Figurino: Leviathan, por “Futuro Decadance”
  • Melhor Trilha Sonora: Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro, por “Cana”
  • Melhor Edição de Som: Daniel Nunes, por “Fundura”
  • Melhor Montagem: Leviathan, por “Futuro Decadance”

Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal

  • Melhor Longa-Metragem – Júri Oficial: “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça
  • Melhor Longa-Metragem – Júri Popular: “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça
  • Melhor Curta-Metragem – Júri Oficial: “Dora”, de Murilo Abreu
  • Melhor Curta-Metragem – Júri Popular: “Hacker Leonilia”
  • Melhor Direção: Rafael Lobo, por “Mapas”
  • Melhor Roteiro: Talita Carvalho, por “Madre”
  • Melhor Atriz: Micheli Santini, por “Dora”
  • Melhor Ator: Lupe Leal, por “Impostor”
  • Melhor Fotografia: Petrônio Neto e Nicolau, por “Ar-Dor”
  • Melhor Direção de Arte: Lucas Gehre e Nadine Diel, por “Mapas”
  • Melhor Trilha Sonora: João Tomé, por “Nem Todos Sabem”
  • Melhor Edição de Som: Bernardo Paixão, por “Ar-Dor”
  • Melhor Montagem: Arthur Gonzaga, por “A Arte Perdida da Lombada”

Mostra Caleidoscópio

  • Prêmio Fipresci – Melhor Filme: “Os Fantasmas Gentis”, de Caetano Gotardo
  • Prêmio Jean-Claude Bernardet – Júri Jovem UnB: “Mulheres do Bando”, de Thamires Vieira

Prêmios especiais

  • Prêmio Especial do Júri: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
  • Troféu Saruê: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
  • Menção Honrosa – Longa: Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
  • Menção Honrosa – Curta: “Mariposa”
  • Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa – Codipir: “Tiró e a Onça”, de Wera Poty
  • Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Longa-Metragem: “Ana, En Passant”, de Fernanda Salgado
  • Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Curta-Metragem: “Mariposa”, de Alexandre Américo e Pedro Vitor
  • Prêmio Marco Antônio Guimarães: “Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha”, de Luis Abramo e Pedro Rossi
  • Prêmio Canal Brasil: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro

Fonte: Mídia Ninja.

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