“Desse modo, antes que a pretendida publicidade solicitada pelo eminente ministro residente deste STF alcance finalidades extremamente distintas (sobejamente de natureza invasiva e vexatória) daquelas buscadas, requer-se a extrema prudência deste relator para que, ao promover a publicidade dos feitos, também realize essa imprescindível filtragem do material, mantendo-se o sigilo sobre aquilo que se exige alguma expectativa de privacidade e, portanto, em nada contribui com as investigações”, afirmaram os advogados.
