Marina Mole amplia o universo visual de Azucrim, álbum que será lançado em setembro, com o clipe do recém-lançado single “Slowdancing”. Gravado em preto e branco na região central de São Paulo, o vídeo apresenta o alter ego da artista, o anjo Azucrim, em um novo momento da narrativa.
“Esse personagem vem à Terra para vivenciar a experiência humana e, enquanto no primeiro single, Luneta Azul, ele está vivendo a paixão, agora encontramos o anjo depois que ele já ‘andou demais’ e foi confrontado com as fantasias humanas do amor. Eu quis colocar esse personagem em um cenário mais urbano e caótico, finalmente com os pés na Terra, na cidade”, explica Marina.
A direção é de Cauê Dias Baptista, organizador do festival de cinema independente Estranhos Encontros, com assistência de direção, fotografia e montagem de Gabriel Hultazo. A concepção e o roteiro são assinados pela própria artista. Assista aqui.
Ao lado de Marina, um elenco formado por nomes da cena alternativa ajuda a construir o universo do clipe. “Convidar todas essas pessoas é muito especial, porque reafirma a caminhada que a música retrata”, afirma. Para representar diferentes emoções humanas — como raiva, amor, indiferença e euforia —, a cantora reuniu amigos ligados à música, à poesia, ao cinema e ao teatro.
Participam do vídeo Ana Zumpano e Lê Almeida (Oruã); Carol Acaiah, Fernando Paludo e Jivago Del Claro (Tutu Naná); Eduardo Possa (Exclusive Os Cabides, responsável também pela mixagem e masterização de Azucrim); Marília Toledo (CACO/CONCHA); Marina Cananda (Radio Color); os poetas Guilherme Ziggy e Leonardo Chagas, que colaboraram na letra da música; além de Andréa Lasevicius, João Xiuxiu, Julia Regina, Lua Moraes, Marcelo Wbk e Mariana Emmerich.
Na gravação de “Slowdancing”, Marina Mole é acompanhada por cleozinhu (bateria e backing vocal), Lucas Monch (baixo) e Vitor Wutzki (guitarra e backing vocal). Assim como as demais faixas de Azucrim, a música foi registrada em fita de rolo por Beeau Gomez.

ASSISTA AQUI
OUÇA NAS PLATAFORMAS AQUI
MATERIAL DE DIVULGAÇÃO AQUI
FICHA TÉCNICA
::: Música :::
Letra: Marina Mole, Guilherme Ziggy e Leonardo Chagas
Composição, voz e guitarra: Marina Mole
Guitarra e backing vocal: Vitor Wutzki
Baixo: Lucas Monch
Bateria e backing vocal: cleozinhu
Mixagem e masterização: Eduardo Possa
Gravação por Beeau Gomez no Estúdio memoria
Selo: Café8 Music
::: Vídeo :::
Produtora: Pena Capital
Concepção e roteiro: Marina Mole
Direção: Cauê Dias Baptista
Assistência de direção, fotografia e edição: Gabriel Hultazo
Direção de Produção: Leonardo Chagas
Produção de Set: JP de Souza
Produção Executiva: Leonardo Chagas, João Gama e Café8 Music
Figurino: Carolina Anunciata e Marina Mole
Segurança: Marcelo Wbk
Elenco: Ana Zumpano, Andréa Lasevicius, Carol Acaiah, Eduardo Possa, Fernando Paludo, Guilherme Ziggy, Jivago Del Claro, João Xiuxiu, Julia Regina, Lê Almeida, Leonardo Chagas, Lua Moraes, Marcelo Wbk, Mariana Emmerich, Marina Cananda, Marina Mole, Marília Toledo
LINKS
Sobre Marina Mole
Marina Mole é uma artista brasiliense radicada em São Paulo e atua há cerca de uma década na cena alternativa da capital paulista. Cantora e compositora, também trabalha como jornalista, artista visual e videomaker, transitando por diferentes frentes da produção cultural. Atualmente, apresenta as primeiras faixas de Azucrim, álbum previsto para setembro que percorre vertentes do rock, como punk, surf e garage. Os singles “Luneta Azul” e “Slowdancing” antecipam o lançamento.
Entre 2018 e 2020, reuniu gravações caseiras que deram origem ao álbum perdi as track só tem demo (Seloki Records, 2022), trabalho de caráter lo-fi. Também participou de Paranoia (2022), de Leo Fazio, e de no-fi (2025), da guandu. Ao lado de Leo Fazio e Wesley Castelhano, lançou ainda Gambiarra pra Cachola (2023), pelo projeto Naculudu.
Em 2025, realizou seu primeiro show solo na programação de encerramento da exposição de Arnaldo Baptista, na Casa Slamb, em São Paulo. Desde então, compartilhou o palco com projetos como Lê Almeida (Oruã), Gueersh, Tutu Naná e Supervão, consolidando sua presença na cena independente paulistana.
