De acordo com a PF, o esquema funcionava por meio da elaboração de duas escalas distintas: uma verdadeira, com os profissionais que realmente cumpriam os plantões, e outra adulterada, usada para justificar pagamentos indevidos. Foram identificados casos de servidores que recebiam mesmo estando fora do estado e de profissionais incluídos em escalas de eventos sem a correspondente prestação de serviço.
