Edifício Rolim: Onde o Medo Ganha Vida

AndreSchiavette
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“Pague para entrar. Reze para sair.” É assim que começa a experiência no histórico — e assombrado — Edifício Rolim, no coração da Praça da Sé. Palco de tragédias e crimes reais desde 1928, o prédio tombado carrega uma atmosfera que, por si só, já arrepia. Mas, dentro dele, a tensão ganha corpo em dois espetáculos imersivos que misturam terror, enigmas e atuação ao vivo.

No Museu de Criminologia, a visita se transforma em desespero quando um vírus zumbi começa a se espalhar pela cidade. Você e seu grupo têm apenas 60 minutos para sobreviver e encontrar a cura, percorrendo mais de 20 ambientes realistas enquanto atores criam uma narrativa imprevisível e sufocante.

Já em A Possessão de Alisson, o perigo é invisível e muito mais sombrio. Um ano após um ritual maldito com um tabuleiro Ouija, Alisson está à beira da condenação eterna. A missão é clara: libertar sua alma antes da meia-noite — ou carregar para sempre a culpa por sua perda.

O Edifício Rolim não é cenário. É personagem. Suas paredes respiram histórias e seus corredores parecem guardar algo à espreita. E, quando as portas se fecham atrás de você, só há uma certeza: o tempo está correndo — e ninguém sai ileso.

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