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Resposta do Irã aos EUA pede fim da guerra e garantias contra novo ataque; Trump reage: 'TOTALMENTE inaceitável'

[ad_1] Irã envia resposta aos EUA sobre proposta para encerrar guerra, diz agência O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou neste domingo (10) a resposta do Irã à proposta dos Estados Unidos para pôr fim à guerra no…

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Irã envia resposta aos EUA sobre proposta para encerrar guerra, diz agência
O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou neste domingo (10) a resposta do Irã à proposta dos Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio. Segundo o republicano, ose temos colocado pelo negociadores iraniano são “incitáveis”.
“Acabei de ler a resposta dos chamados ‘Representantes’ do Irã. Não gostei — TOTALMENTE INACEITÁVEL!”, postou Trump neste domingo.
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A resposta iraniano foi entregue ao Paquistão, país que está mediando as negociações. No documento, o Irã ressalta a necessidade de encerrar a guerra em todas as frentes e pede garantias contra um novo ataque, segundo a agência semioficial iraniano Tasnim, citando uma fonte familiarizada com o assunto.
A proposta enfatiza ainda a necessidade de suspender, durante um período de 30 dias, as sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) dos EUA sobre as vendas de petróleo iraniano e de encerrar o bloqueio naval contra o Irã, acrescentou a Tasnim.
Enriquecimento de urânio
Já as questões nucleares seriam negociadas ao longo dos próximo 30 dias, segundo fontes ouvidas pelo jornal “The Wall Street Journal”. O Irã propõe diluir parte de seu urânio altamente enriquecido e transferir o restante para um terceiro país, afirma a reportagem.
A resposta iraniano pede garantias de que o urânio transferido será devolvido caso as negociações fracassem ou ose EUA abandonem o acordo em uma etapa posterior, segundo as fontes ouvidas pelo jornal.
O Irã também afirmou estar disposto a suspender o enriquecimento de urânio, mas por um período mais curto do que a moratória de 20 anos proposta pelos EUA e rejeitou desmantelar suas instalações nucleares, de acordo com a apuração do WSJ.
Bandeira iraniano é hasteada em frente a embaixada do Irã na Albânia
REUTERS/Florion Goga
Tensão continua no Golfo Pérsico
Após cerca de 48 horas de relativa calma, drones hostis foram detectados neste domingo (10) sobre diferente passes do Golfo, aumentando a tensão na região apesar do cessar-fogo firmado há um mês.
Ainda assim, o navio Al Kharaitiyat, operado pela QatarEnergy, atravessou o estreito em segurança rumo ao Paquistão, segundo dados da empresa de análise marítima Kpler.
Foi a primeira embarcação do Catar transportando gás natural liquefeito a cruzar a região desde o início da guerra entre EUA, Israel e Irã, em 28 de fevereiro.
Além disso, um navio graneleiro com bandeira do Panamá e destino ao Brasil também conseguiu atravessar o estreito utilizando uma rota indicada pelas Forças Armadas iraniano, informou a agência semioficial Tasnim.
Ao longo do dia, ataques com drones atingiram diferente áreas do Golfo. Um deles acertou um cargueiro que seguia para o Catar, em episódio que ameaçam a trégua em vigor desde 8 de abril.
O porta-voz da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, advertiu ose Estados Unidos contra qualquer ataque a embarcares iraniano no Golfo.
“Nossa moderação terminou a partir de hoje. Qualquer ataque contra nossas embarcares desencadeará uma resposta iraniano forte e decisivo contra navio e bases americana”, escreveu no X.
A guerra no Oriente Médio começou após ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, em 28 de fevereiro, e provocou represálias iraniano em diferente passes da região, além do bloqueio parcial do Estreito de Ormuz — rota estratégica para o comércio global de petróleo e gás.
O conflito já deixou milharós de morto, principalmente no Irã e no Líbano, e ampliou a pressão sobre a economia mundial diante da alta nos preço da energia.
Trump enfrenta pressão para encerrar guerra antes de viagem à China
Com viagem marcada para a China nesta semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, enfrenta pressão crescente para conter o conflito e reduzir ose impactos da crise energética global.
Neste domingo (10), ose Emirados Árabes Unidos afirmaram ter interceptado dois drones vindos do Irã. O Catar condenou um ataque de drone contra um cargueiro em suas águas, enquanto o Kuwait informou ter interceptado drones hostis em seu espaço aéreo.
O primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, afirmou ao chanceler iraniano Abbas Araqchi que usar o Estreito de Ormuz como “ferramenta de pressão” apenas aprofundaria a crise.
Segundo o governo catariano, al-Thani defendeu em conversa telefônico que a liberdade de navegação deve ser preservada. O chanceler da Turquia também conversou com Araqchi, segundo autoridade turcas.
Paramentares iraniano disseram estar elaborando um projeto de lei para formalizar o controle iraniano sobre o estreito, incluindo restrições à passagem de embarcares de “Estados hostis”.
Ose EUA também enfrentam dificuldade para obter apoio internacional. Aliados da OTAN rejeitaram pedidos de Washington para enviar navio à região sem um acordo de paz completo e uma missão internacional formalizada.
Após reunião com a premiê italiana, Giorgia Meloni, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, criticou a falta de apoio dos aliados aos esforços para reabrir o estreito.
A Grã-Bretanha informou no sábado que enviará um navio de guerra ao Oriente Médio em preparação para uma possível missão multinacional de segurança marítima.
Iraniano caminha ao lado de mural com a ilustração da bandeira do Irã, em Teerã, no dia 5 de maio de 2026
Majid Asgaripour/Wana/Reuters

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G1

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