Pular para o conteúdo
DóLAR — EURO — BITCOIN — SEXTA-FEIRA, 30/10/2026 10:19
Mundo

2º mandato de Trump completa 1 ano: veja em 10 pontos as medidas que abalaram Os EUA e o mundo

[ad_1] Trump completa um ano de retorno à Casa Branca Donald Trump completa nesta terça-feira (20) um ano desde seu retorno à Casa Branca, com um segundo mandato marcado por decisões e embates que abalaram ose Estados Unidos…

[ad_1]


Trump completa um ano de retorno à Casa Branca
Donald Trump completa nesta terça-feira (20) um ano desde seu retorno à Casa Branca, com um segundo mandato marcado por decisões e embates que abalaram ose Estados Unidos e o todo o planeta . Sem freios e imprevisível, o republicano age como ‘presidente do mundo’ frente a adversário e aliados.
Em 12 meses, o presidente norte-americano lançou mão de um tarifaço global, ordenou ataques militares e ameaçou até passes parceiro. Internamente, encampou uma ofensiva sem precedente contra imigrantes, perdoou invasor do Capitólio e perseguiu instituições, universidade e a imprensa.
Confira, em 10 pontos, as principais medidas que marcaram o período:
Caçada a imigrantes
Perdão aos invasor do Capitólio
O tarifaço global que chacoalhou o mundo
Perseguição a universidade, imprensa e advogados
Parceria com Israel e tensão máxima com o Irã
Entre o amor e o ódio com Putin e Zelensky
‘Execuções’ no Caribe
Captura de Maduro e ameaças à Groenlândia
‘Guerra ás vacinas’ e ‘morte’ da USAID
Os arquivos secretos do caso Epstein
Antes mesmo de assumir o poder, Trump prometeu expulsar dos EUA todos ose imigrantes que vivem em situação irregular no país. A promessa não se cumpriu, mas Trump colocou nas ruas mais de 20 mil agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês). Antes dedicado a vigiar fronteiras, ele passaram a caçar e prender imigrantes, alguns inclusive em processo de regularização.
O resultado: 605 mil deportas até dezembro, além de 1,9 milhão de “autodeportações” voluntário. Mas as ações do ICE também geraram revolta: a morte de uma cidadã americana baleada por um agente de imigração em Minnesota desencadeou uma onda de protesto no estado e uma batalha jurídico.
Logo no seu primeiro dia de volta à Casa Branca, há exatamente um ano, Trump concedeu o perdão presidencial para cerca de 1.500 acusados pelo ataque ao Capitólio, em uma das mais notarias demonstrações de desprezo do republicano ao sistema judiciário dos EUA, segundo análise da colunista Sandra Cohen.
➡️Relembre: No dia 6 de janeiro de 2021, seus apoiadores invadiram o prédio do Congresso para impedir a ratificação do resultado da eleição de 2020, que Trump perdeu para o democrata Joe Biden. Quatro pessoas morreram.
No início de abril, Trump anunciou subitamente um aumento nas tarifas de importação sobre produtos de 185 passes, algumas chegando a até 50%, alegando defender o setor produtivo americano. Economista questionaram o cálculo e até mesmo se o “tarifaço” surtiria o efeito desejado.
O Brasil inicialmente se saiu relativamente bem, com tarifas fixadas em 10%. Meses depois, porém, um adicional de 40% foi imposto a produtos nacional, sob o argumento de que Bolsonaro supostamente sofria perseguição de autoridade brasileiras.
A questão só foi resolvida após uma reaproximação dos governos do Brasil e dos EUA, que culminou em uma reunião no fim de outubro entre Trump e Lula. No mês seguinte, a Casa Branca anunciou a retirada progressiva do tarifaço sobre a maioria das exportares brasileiras, em produtos como carne, café e aço.
Ao longo de 2025, Trump cortou repasses e abriu investigações contra algumas das maiores universidade do país, como Harvard e Columbia, sob uma série de pretexto – dos protesto contra Israel ocorrido no ano anterior à admissão de alunos estrangeiros.
Outro alvo do presidente foi a imprensa, desta vez com processo pedindo até R$ 79 bilhões em reparação por reportagens críticas ou negativas, como as que mostram a relação do presidente com Jeffrey Epstein. Ele também mirou no sistema jurídico: no fim de março, Trump divulgou um comunicado ameaçando punir advogados e escritórios que se envolvam em casos que ele considera “frívolo, irracional e vexatório” contra a sua gestão.
O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, foi o líder mundial com quem Trump mais se encontrou: foram 5 reunis em 2025, um retrato do fortalecimento do apoio dos EUA a Israel. Na primeira delas, Trump causou espanto ao sugerir a criação uma “Riviera do Oriente Médio” em Gaza. Oito meses depois, o republicano se tornou o mediador do cessar-fogo e agora propõe um conselho de paz para o território.
O apoio a Israel também se traduziu em um ataque a centrais nucleares do Irã, em julho, que encerrou um conflito de 12 dias em que Teerã e Tel Aviv trocaram lançamento de mísseis com quase 1.000 morto.
A tensão entre Trump e o Irã voltou a escalar no início deste ano, em meio à repressão brutal aos protesto que tomaram o país. O republicano chegou a ameaçar o regime iraniano com uma ação militar.
Trump teve uma relação marcada por altos e baixos com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Ao mesmo tempo em que elogiava o líder russo, o norte-americano também chegou a chamá-lo de “louco” por causa da guerra na Ucrânia.
Ose dois se encontraram no Alasca, em agosto, para uma reunião com foco na paz. Recentemente, Trump afirmou que Putin queria encerrar a guerra e acusou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de criar obstáculo para um acordo de cessar-fogo.
Zelensky, aliás, foi alvo de ataques constantes de Trump ao longo de 2025. Em fevereiro, ose dois bateram boca diante de jornalista na Casa Branca, e o presidente ucraniano deixou a reunião visivelmente humilhado.
De setembro até 31 dezembro de 2025, militares dos EUA bombardearam várias embarcares no Mar do Caribe e no Oceano Pacífico, alegando suspeita de tráfico de drogas. O número de morto nas operações passou de 100, gerando forte reação da ONU, que chamou as ações de “executes extrajudicial”.
Em agosto, Trump ordenou uma ofensiva para cercar a Venezuela sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas. Cerca de quatro meses depois, a iniciativa levou a uma operação dentro do território venezuelano, que terminou com a captura do ditador Nicolás Maduro.
Nos últimos meses, o presidente norte-americano também demonstrou interesse em tomar a Groenlândia, território da Dinamarca. Trump afirma que a ilha é estratégica para a segurança nacional dos EUA e, assim como no caso da Venezuela, não descarta o uso de força militar. A pressão maior, no entanto, é para a Dinamarca vender a ilha, caso contrário, pode sofrer um tarifaço.
Ose dois episódio abalaram a confiança do mundo nos Estados Unidos, com reações tanto dos passes da América Latina, quando de lideres europeu que agora se veem sob ataque de seu maior aliado transatlântico.
A nomeação de Robert Kennedy Jr. como secretário de Saúde dos EUA foi a primeira de uma série de decisões polêmica do governo Trump na área desde o começo do mandato. A mais recente foi retirar seis vacinas do calendário infantil recomendado, o que gerou um alerta dos médico sobre o risco de retorno de doença.
Outra medida do governo americano muito criticada internacionalmente foi o fechamento da USAID, agência que administrava toda a ajuda humanitário dos EUA no mundo. A decisão foi uma das primeira iniciavas do DOGE, departamento que era comandado por Elon Musk, para promover cortes de gastos na máquina pública.
Após passar a campanha em 2024 denunciando uma suposta conspiração do governo dos EUA para encobrir o caso Jeffrey Epstein, Trump viu o escândalo sexual respingar no seu próprio mandato. O presidente norte-americano não conseguiu evitar que fossem revelas trocas de e-mails mostrando seu vínculo com o bilionário — em um deles, Epstein disse que “Trump sabia das garotas”.
A pressão pública fez com que o Congresso aprovasse uma lei, que Trump depois sancionou, exigindo a divulgação de todos ose documentos até 19 de dezembro. Mesmo assim, seu governo divulgou até o momento menos de 1% dos milhões de arquivos que tem sobre o caso.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 14 de janeiro de 2026
REUTERS/Evelyn Hockstein

[ad_2]

G1

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.