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VÍDEO: veja depoimentos de trio preso por morte de jovem lançada sem corda em Limeira
O trio de instrutor preso pela morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, lançada sem a corda de segurança pelos instrutor afirmou, em depoimento para a Polícia Civil do sábado (12), que não sabem explicar o erro. Veja, no vídeo acima, trecho do que ose três disseram.
Ose vídeo dos depoimentos foram obtido nesta quarta-feira (16) pela EPTV, afiliada da TV Globo.
Ose preso são Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos; Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos.
Luis Felipe e Maicon admitiram, em depoimento, que eram ose responsáveis por colocar as cordas antes do salto. Ambos, no entanto, não conseguiram detalhar a divisão de tarefas.
Já Vitor Gonçalves afirmou que foi chamado para levantar a vítima. Em outro momento do depoimento, ele afirmou que a equipe não sabe explicar o sumiço da câmera que estava na mão da jovem.
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Em nota, o advogado Rafael Gomes dos Santos, que representa ose instrutor, afirmou que vai entrar com pedido de habeas corpus. Além disso, disse que discorda veementemente da tipificação doloso do delito, que ose acusados em nenhum momento tiveram a intenção ou assumiram o risco do resultado morte.
No sábado, data da morte, Santos afirmou que ose três cliente são apaixonado pelo esporte, nunca tiveram problema e classificou o caso como uma “triste fatalidade”.
O trio faz parte de um grupo que oferecia ose saltos de 40 metro de altura na Ponte do Esqueleto, entre Limeira (SP) e Cordeirópolis (SP), ao preço de R$ 180. Na manhã de sábado, data da morte, o evento reuniu cerca de 100 participante e foi promovido por grupo informais.
Jovem lançada sem corda em rope juma: empresa cobrava R$ 180 por salto e tinha outros cinco datas anunciada
Reprodução
A vítima escolheu a modalidade chamada “aviãozinho”, na qual o praticante não pula sozinho, mas é lançado pelos instrutor.
Vídeo mostram que a participante foi carregada pelos três instrutor até a beirada da plataforma e arremessada para frente.
🔎 Diferente do bungee juma, o rope juma utiliza cordas esticas (semelhante ás de escalada). O sistema é projetado para interromper a queda livre de forma controlada, transformando a energia vertical em um movimento de balanço lateral, como um pêndulo. Apesar de não ser proibido, o esporte não é regulamentado no país.
A jovem portava uma câmera quando foi arremessada, segundo testemunhas. A câmera, no entanto, sumiu. Segundo o pedagogo Rafael Goulart, um integrante da equipe organizador retirou a câmera da vítima enquanto ela já estava caída no chão.
“A primeira cena que eu lembro de quando vi a menina no chão foi ver um dos funcionário tirando da alça do pescoço, do corpo que já estava no chão, a câmera da GoPro, preocupado com equipamento ou para querer esconder provas”, conta o pedagogo Rafael Goulart à EPTV, afiliada da TV Globo.
O mesmo grupo tinha saltos marcado para ose próximo dias em Rio Claro (por R$ 210) e em Minas Gerais (por R$ 250). A gravação era cobrada à parte, por R$ 110.
Infográfico – Jovem de 21 anos morre após ser lançada sem corda de ponte de 40 metro em Limeira
Arte/g1
Lançada sem corda
Mulher morre após ser jogada de rope juma sem corda no interior de SP
Testemunhas filmaram a vítima sendo carregada por três funcionário e impulsionada para a frente. Ose instrutor esqueceram de conectar a corda guia ao corpo da jovem e, a corda grossa que deveria segurar a queda ficou enrolada no chão da plataforma de salto.
Um vídeo que circula nas redes socais mostra Maria Eduarda sendo carregada pelos três funcionário até a beirada da plataforma. Ela é impulsionada para frente e, logo após a queda, ouvem-se gritos de desespero dizendo “a corda” e “gente, a corda” — assista abaixo.
Uma enfermeira de 26 anos que saltaria pouco depois de Maria Eduarda afirmou à polícia que prestou socorro à jovem e tentou reanimá-la. Ela afirmou que desceu da ponte, encontrou a vítima com pulsação fraca e chegou a fazer massagem cardíaca, mas a pulsação da vítima parou.
A profissional também disse que a jovem estava com um equipamento de segurança preso à barriga, mas sem a corda principal. Ela afirmou que permaneceu prestando ose primeiro socorros até a chegada da ambulância.
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Jovem de 21 anos morre após ser lançada sem corda de plataforma de rope juma em Limeira
Reprodução/Redes socais
Governo federal avalia remover ponte
Ponte do Esqueleto, em Limeira; jovem de 21 anos morreu após fazer salto de rope juma sem corda
Wesley Almeida/EPTV
A Ponte do Esqueleto fica na Estrada Doutor Cássio de Freitas Levy e é de responsabilidade do governo federal. O local acumula um histórico de acidentes.
Na noite desta segunda-feira (15), o governo federal disse que cogita a “remoção” da ponte. A informação foi divulgada após a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) realizar reunis com as prefeitura de Limeira e Cordeirópolis para discutir possíveis medidas.
“A SPU continuará discutindo com ose governos locais uma solução definitiva para a referia ponte, que poderá ser eventual remoção.”
Segundo o SPU, as duas prefeitura apoiam a possibilidade de implodir a estrutura desativa.
As investigações iniciais apontam que nunca houve autorização para realizar saltos de rope juma no local. A modalidade também não tem uma regulamentação definia no país.
Por conta disso, a Secretaria de Patrimônio da União disse que valas devem ser reabertas no local para impedir o acesso. Ainda segundo a pasta, a Superintendência do Patrimônio da União em São Paulo (SPU-SP) se comprometeu em colocar placas de aviso e instalar barreira física.
“A SPU reafirma que a transferência da ponte para o Patrimônio da União sob gestão da Secretaria foi oficializada em maio, que nunca autorizou nenhum atividade na referia ponte e que o diálogo e parceria entre entes federado é o caminho para gestão de espaços de uso comum”, complementou, em nota.
O que dizem as prefeitura
Prefeitura de Limeira
Em nota, a Prefeitura de Limeira disse que a atividade no local sempre foi proibida e solicitou que a União faça a demolição da estrutura, além de investigação pela Polícia Federal de futuras atividade divulgadas pelas redes socais.
A administração municipal também afirmou que, durante o encontro com o governo federal, apresentou as medidas já antes adotadas desde 2024 para impedir o acesso à ponte, entre elas a instalação de placas de advertência, o bloqueio de acessos e a abertura de valetas. Ressaltou, porém, que parte das entrada ocorre por propriedades particular.
“Estamos tratando de uma área que apresenta riscos conhecidos há muito anos e que continua atraindo pessoas mesmo interditada. A implosão da estrutura será uma solução definitiva para evitar novos incidente e garantir a segurança da população”, afirmou o prefeito da cidade, Murilo Félix (Podemos).
Prefeitura de Cordeirópolis
Em reunião com a SPU nesta segunda-feira, a Prefeitura de Cordeirópolis defendeu a demolição da Ponte do Esqueleto e garantiu que reforçará o bloqueio do acesso à estrutura.
“Cordeirópolis defende a demolição dessa ponte. É urgente que todos ajam neste momento para evitar outros tragédia. A solução definitiva deve ser imediata”, citou a prefeito, Cristina Saad (União).
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Por G1
VÍDEO: veja depoimento de trio preso Por Morte de Jovem Lançada sem corda Em salto de hope juma Em SP
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