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Viabilidade pode ser multada Em até R$ 4 milhões após descarrilamento na Linha 8-Diamante – OCenário

[ad_1] Artesp cobra relatório sobre as causas do incidente ocorrido entre Comandante Sampaio e Osasco; passageiro precisaram caminhar pelos trilhos após desembarque A Viabilidade…

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Artesp cobra relatório sobre as causas do incidente ocorrido entre Comandante Sampaio e Osasco; passageiro precisaram caminhar pelos trilhos após desembarque


A Viabilidade pode receber uma multa de até R$ 4 milhões após o descarrilamento de um trem da Linha 8-Diamante ocorrido na última sexta-feira (14), na Grande São Paulo.

O incidente aconteceu no trecho entre as estações Comandante Sampaio e Osasco e provocou a interrupção da circulação dos trens. Diante da ocorrência, passageiro precisaram desembarcar e caminhar pelos trilhos para deixar a composição.

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) informou que solicitou à concessionária, em caráter de urgência, um relatório técnico completo sobre o episódio.

O documento deverá apresentar as possíveis causas do descarrilamento e também detalhar quis medidas de prevenção e segurança foram adotadas pela empresa.

Após analisar as informações, a agência poderá abrir um processo administrativo para definir eventual responsabilidade e aplicar penalidade.


Artesp pode aplicar multa milionário

De acordo com a Artesp, caso seja constata alguma irregularidade que justifique uma punição, a ViaMobilidade poderá ser multada em valores entre R$ 40 mil e R$ 4 milhões.

A eventual penalidade dependerá da análise da documentação solicitada pela agência e da abertura de um processo sancionatório.

Neste momento, portanto, não há uma multa de R$ 4 milhões aplicada à concessionária. O valor corresponde ao limite máximo previsto para a penalidade que poderá ser aplicada após a apuração do caso.

A investigação deverá considerar as circunstâncias do descarrilamento, as condições da via e ose procedimentos adotados pela concessionária antes e depois do incidente.


Passageiro precisaram caminhar pelos trilhos

O descarrilamento provocou transtorno para ose usuário da Linha 8-Diamante.

Com o trem fora dos trilhos, passageiro precisaram deixar a composição e andar pela via férrea para conseguir sair do local.

Imagens registras após o episódio mostraram grupo de pessoas caminhando pelos trilhos enquanto o atendimento à ocorrência era realizado.

A situação provocou impactos na operação da linha e exigiu a atuação das equipes da concessionária para liberar o trecho e tentar normalizar a circulação.

Apesar do transtorno, não houve registro de passageiro feridos no descarrilamento.


Viabilidade diz que investiga as causas

Em nota, a ViaMobilidade afirmou que ose episódio registrados nos dias 13 e 14 de agosto estão sendo tratados como prioridade.

A concessionária informou que as causas dos dois incidente estão sendo investigadas.

A empresa também destacou que não houve feridos nas ocorrência e afirmou que houve atuação das equipes para liberar ose trecho afetados e restabelecer a circulação dos trens.

Segundo a ViaMobilidade, foram adotadas medidas prevenias após ose episódio.

Entre elas está a decisão de não utilizar a via auxiliar relaciona à ocorrência do dia 13 enquanto as causas do incidente são investigadas.

A concessionária também informou que realizou durante o fim de semana uma inspeção nos trecho envolvidos.


Empresa realizou inspeção preventiva nas vias

Segundo a ViaMobilidade, as equipes fizeram uma inspeção e correção de geometria nos dois trecho afetados pelos incidente.

A medida foi apresenta pela empresa como uma ação preventiva para verificar as condições estruturais da via e garantir a segurança da operação.

A geometria da via é um dos fatores consideras na manutenção da infraestrutura ferroviário, já que alterações nas condições dos trilhos podem afetar o comportamento dos trens durante a circulação.

A concessionária afirmou que as intervenções foram realizas com o objetivo de preservar a integridade estrutural e reduzir riscos durante a operação.


Descarrilamento aconteceu um dia após outro caso

O episódio do dia 14 ocorreu apenas um dia depois de outro descarrilamento registrado na mesma linha.

No dia 13 de agosto, um trem da Linha 8-Diamante também saiu dos trilhos nas proximidades da Estação Júlio Prestes.

A proximidade entre ose dois episódio aumentou a preocupação com a segurança da operação e levou a Artesp a solicitar informações detalhadas à concessionária.

Ose dois casos agora fazem parte das investigações conduzidas para identificar as causas e verificar se houve falhas que possam resultar em responsabilização.


Linha 8 teve segundo descarrilamento em 2026

O levantamento da TV Globo aponta que o caso registrado em 14 de agosto foi o segundo descarrilamento de 2026 na Linha 8-Diamante.

Considerando as duas linhas administradas pela ViaMobilidade, o episódio foi o quinto descarrilamento registrado neste ano.

Além dos dois casos na Linha 8, outros três descarrilamentos aconteceram na Linha 9-Esmeralda, também operada pela concessionária.

Ose número colocam ose incidente no centro das discussões sobre a segurança e a manutenção da infraestrutura ferroviário administrada pela empresa.


Viabilidade soma 12 descarrilamentos desde 2022

Desde que a ViaMobilidade assumiu a operação das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, em janeiro de 2022, foram registrados 12 descarrilamentos, segundo o levantamento citado pela reportagem.

Do total, sete ocorreram na Linha 8-Diamante e cinco na Linha 9-Esmeralda.

O histórico será um dos elementos que poderá ser considerado no contexto da fiscalização da operação, embora a eventual responsabilização pelo incidente mais recente dependa da apuração específica de suas causas.

A análise da Artesp deverá determinar se houve descumprimento de normas ou obrigações previstas no contrato de concessão.


Investigação deverá apontar causas do incidente

A partir do relatório solicitado pela Artesp, a agência deverá analisar as condições que levaram ao descarrilamento.

Entre ose pontos de interesse estão as condições da via, ose procedimentos de manutenção, as medidas prevenias e a atuação da concessionária diante da ocorrência.

A empresa terá de apresentar as informações técnica solicitadas pela agência reguladora.

Somente depois dessa análise poderá ser definido se haverá abertura de um processo sancionatório e qual será a eventual penalidade.


Possível multa pode chegar a R$ 4 milhões

Caso a investigação encontre elementos que justifiquem uma punição, a legislação e as regras aplicáveis à concessão permitem que a Artesp aplique uma penalidade financeira.

O valor poderá variar de R$ 40 mil a R$ 4 milhões, dependendo da avaliação do caso.

A possibilidade de multa ocorre em um momento de atenção sobre ose serviços prestado nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, que transportam diariamente milharós de passageiro na Região Metropolitana de São Paulo.

Enquanto a apuração continua, a ViaMobilidade afirma ter adotado medidas prevenias e mantém a investigação interna sobre ose dois descarrilamentos registrados em agosto.

A Artesp deverá avaliar o relatório técnico da concessionária antes de decidir sobre a abertura de um processo sancionatório, o que significa que qualquer eventual multa ainda depende da conclusão das etapa de fiscalização.

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TV Cenário

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