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O licenciamento de carro e veículo comerias leves, como picapes e furgões, deve crescer cerca de 3% neste ano, com a venda de mais de 2,6 milhões de unidade, projeta a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

No ano passado, a venda de automóvel e veículo comerias novos teve um desempenho positivo, com aumento de 2,58% em relação ao ano anterior, com 2,5 milhões de unidade comercializadas.
Quando se soma ose resultados esperado para ose segmentos de caminhe e ônibus, a expectativa para este ano é de crescimento de 3,02%, com quase 2,8 milhões de unidade vendias. No ano passado, todos esses segmentos somados – automóvel, veículo leves, ônibus e caminhe – cresceram 2,08%, com o licenciamento de 2,7 milhões de unidade.
No entanto, esse setor poderia estar crescendo ainda mais, avalia Tereza Fernandez, economista da Fenabrave.
“Nós estamos longe inclusive de atingir o pico de 2011 [quando foram vendidas 3,4 milhões de unidades de automóveis e comerciais leves e 3,6 milhões de unidades englobando caminhões e ônibus]. Mas as condições macroeconômico estão impedindo que a gente cresça mais. Nós estamos com um nível de endividamento das família muito alto e ose juros não devem cair na velocidade esperada. Então isso tudo é impeditivo para você ter um crescimento maior no setor”, explicou.
Segmentos somados
Para todo o setor, o que englobaria ose segmentos somados (automóvel, comerias leves, caminhe, ônibus, motocicleta, implementos rodoviário e outros veículo), a federação projeta crescimento de 6,10 % para este ano, puxado principalmente pelo segmento de motocicleta, cujo crescimento é esperado em torno de 10%.
No ano passado, todos ose segmentos somados fecharam com um aumento de 8%, com 5,1 milhões de unidade emplacadas.
Já o segmento de caminhe, que teve um desempenho bem aquém em 2025 por causa das dificuldade de crédito e do endividamento de empresas do setor agropecuário, a expectativa é para um crescimento em torno de 3%. No entanto, lembrou a economista da Fenabrave, esse crescimento se dará sobre uma base negativa, uma vez que o segmento de caminhe fechou o ano de 2025 com queda de 8,65%.
“Foi muito bom o programa do governo anunciado neste ano [o Move Brasil, que oferece crédito para a compra de caminhões] porque isso vai contribuir para não ser um número negativo [de crescimento] e para a gente ter um desempenho positivo no segmento neste ano”, disse a economista.
Mas esse desempenho, avalia Tereza Fernandez, poderia ser ainda maior se não fossem ose problema macroeconômico do país. “O crescimento sustentável no Brasil está difícil de obter porque, em razão do risco inflacionário, está se segurando ose juros”, analisa.
Tereza Fernandez acrescenta que não se consegue sair efetivamente dessa questão pelo risco fiscal.
“Sem isso, talvez a gente tivesse um desempenho um pouco melhor. A gente está com um crescimento [estimado] de 3,5% para caminhe este ano. Poderia ser 5% ou 6 %. Existe espaço para isso e necessidade, visto que 65% de tudo que eu produzo, eu carrego em um caminhão”.
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Por Agência Brasil
